Comparação Lula x FHC 2 – Dívida pública e PIB

Dando sequência a comparação dos governos Lula e FHC, o assunto de mais um post dessa série é a verificação da variação anual do Produto Interno Bruto e a evolução da relação dívida/PIB desde 1995. Para não ser acusado de inchar o resultado do presidente Lula, estou acrecentando a estimativa de variação do PIB no ano de 2009, com a perspectiva mais pessimista que é a do mercado, com contração de 0,23% em relação ao ano anterior. Podería também usar as perspectivas de variação do PIB para 2010, que tanto o Banco Central quanto o mercado financeiro projetaram para 5%, mas novamente para evitar desqualificações, para efeitos de variação do PIB vão ser usados os índices oficiais de 1995 a 2008 e a estimativa de mercado para 2009. (CLIQUE NAS IMAGENS PARA VER COM MELHOR RESOLUÇÃO).

A Variação do PIB

O gráfico mostra como o país cresceu de maneira pífia no período FHC, com dois momentos claros de estagnação entre 1998 e 1999 e entre 2000 e 2002. Em oito anos de governo, seis deles tiveram crescimento abaixo dos 3% e a média aritmética da variação do PIB nos oito anos de governo FHC é de 2,29%, o que significa que ficamos quase uma década sem sair do lugar, sem crescer o suficiente para gerar emprego para tantos brasileiros que chegavam ao mercado de Trabalho. No governo Lula a trajetória de crescimento do país foi retomada, e com exceção do primeiro ano de governo, contaminado pela crise herdada do governo anterior, e o ano de 2009, que foi de uma das maiores crises financeiras da história, nos outros anos o país mostrou vigor de crescimento não visto desde a década de 70, durante o chamado “milagre brasileiro”. Em três dos 7 anos avaliados o país apresentou variação de PIB superior a 5% (não visto em nenhum momento do governo FHC), alcançou a média de 3,47% de acréscimo do PIB ao ano, em um aumento de 52% em relação ao período anterior, e essa média certamente vai ser aumentada esse ano, pois todas as previsões do PIB apontam para crescimento de ao menos 5%.

Evolução temporal da relação Dívida Pública/PIB

O gráfico acima mostra a evolução da relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB, que é um indicador que mostra a capacidade que um país tem de manter sua dívida pública sob controle, e quanto menor for essa relação mais saudável e vigorosa é uma economia e a confiança do mercado na capacidade desse país de pagar suas dívidas. O gráfico é inequívoco e fala por si só, o clássico “telhadinho de casa” que evidencia que a relação dívida pública só aumentou no governo FHC, saíndo de aproximadamente 30% no início de mandato e elevando  até valores astrônomicos superiores a 50% (com pico de 56% em setembro de 2002), em um aumento de incríveis 72%. Já no período Lula a trajetória inverteu, e só sofreu um pequeno aumento do final de 2008 até o ano passado por causa da crise, mas de qualquer forma sendo reduzida de 50% para os 44,78% de outubro de 2009, último mês avaliado nesse estudo. O decréscimo da relação dívida/PIB foi de 11% nos 7 anos de governo Lula.

Resumindo:

FHC LULA
Média Crescimento PIB 2,29% 3,47%*
Evolução Relação Dívida/PIB 29,35% – 50,47% ->      + 72% 50,47% – 44,78%**->    – 11%
  • Média aritmética dos anos 2002 e 2009, levando em consideração estimativa do mercado para 2009, e sem considerar a de 2010.

** Com base na relação dívida pública de Outubro de 2009 (última aferição observada).

FONTE: todos os dados são referentes ao BC-DEPEC do Banco Central do Brasil e compilados pelo Conselho Regional de Economia de São Paulo.

LEN About LEN
Químico, microempresário, consultor de empresas, libertário de esquerda e agnóstico. Sem compromisso algum que o impeça de exercer de forma irrestrita o seu direito de liberdade de expressão e de criticar jornalistas, veículos de comunicação, partidos políticos, autoridades e personalidades públicas. LEN é o acrônimo do meu nome Luiz Eduardo Nascimento que uso desde que colocava recordes em máquinas de vídeo da Taito nos anos 80, e que é a forma como amigos passaram a me chamar.

Outros posts da série

  1. Comparação Lula x FHC 1 - O salário mínimo
  2. Comparação Lula x FHC 2 - Dívida pública e PIB
  3. Comparação Lula x FHC 3 - Geração de empregos e taxa de desemprego
  4. Comparação Lula x FHC 4 - Saindo da pobreza
  5. Comparação Lula x FHC 5 - Indicadores econômicos e de atividade
  6. Comparação Lula x FHC 6 – Combatendo o desmatamento

91 comments on “Comparação Lula x FHC 2 – Dívida pública e PIB

  1. Flávio Oriest disse:

    tenho dó de vocÊ cara. Faz essa análise tosca sobre o PIB, e credita ao governo.. qualquer um que estude estatística e dá de cara com esse gráfico ve que entre 2003 e 2010 a variação é praticamente nula, com grande influencia de fatores conjunturais. Até quando vai militar para o populista e o seu vice Sarney, quer dizer, Michel Temer..

    vire à esquerda, não perca seu tempo.

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    • LEN disse:

      Oi Flávio, Seja Bem-vindo ao blog, nós ficamos muito sensibilizados com sua "dó" e sua irretocável argumentação do tipo "coitado de quem discorda de mim". O problema que você não trouxe qualquer raciocínio lógico que possa contestar os números com fontes confiáveis, sim números, tão elouquentes como essa diferença de crescimento que o país experimentou nesses dois governos, você se resumiu a tentar desqualificar o meu trabalho, sem questionar quaquer um dos meus argumentos não seguindo as boas práticas de contraponto em uma discussão civilizada… Média de crescimento mundial é? esse foi o índice que inventaram para tentar explicar o fracasso tucano? eles deveriam sugerir esse índice mágico a empresas que tem que explicar para seus acionistas a administração medíocre que fizeram, tipo "é uma merda, mas estamos na média", risos.

      Antigamente a justificativa para o fracasso eram os espirros asiáticos que quebravam o país, "coitado do FHC deu tanto azar com o cenário internacional e o Lula sortudo se dá bem com o céu de brigadeiro" daí veio uma crise de verdade que acabou com os argumentos frágeis, não eram as crises, era a falta de preparo para enfrentá-las, daí só resta criar essa piada de média mundial. Cá para nós, aqui não tem nenhum leitor da Veja, os leitores do blog tem senso crítico, deixe que os governos dos outros países se responsabilizem pela porcaria que eles produzem, a que nós produzimos é nossa responsabilidade, e não adianta vir com bla bla bla de "fatores conjunturais" e "dados descontextualizados" que servem só de discurso para quem não quer assumir seus fracassos, o crescimento pífio que o país registrou entre 95 e 2002 é responsabilidade do governo que tem que administrar o país. Quando faz um bom governo, colhe os frutos, quando faz um mal ou péssimo, que colha os espinhos. Criticar o governo Lula onde ele merece ser criticado é um direito, tentar tirar a responsabilidade tucano pelo fracasso deles ninguém vai conseguir.

      Outra coisa, aqui é preciso argumentar para fazer valer sua posições, bravatas podem funcionar em outros lugares, mas não aqui. Aqui prevalece quem tem como argumentar e sinceramente não vi ninguém com argumentos suficientes para defender o péssimo governo FHC. Se quiser debater volte preparado, com menos dó e mais argumentos.

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      • paulo kuhn disse:

        babaca mistico predigitadro sai fora comuna vagabundo

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        • Rômulo disse:

          Creio eu que comentários radicalistas de esquerda como este, em comparação com a argumentação construtiva do suposto “comuna vagabundo” prova: Quem é de esquerda tem o intelecto superior. ( :D )

          Brincadeiras a parte, a questão aqui não é ser mais esperto ou mais burro, a questão é, quem é da esquerda tem os fatos favoráveis, quem é da direita tem que deturpar fatos para dar base às suas opiniões e quando não é possível, precisa simplesmente denigrir a si mesmo e ao seu ideal com respostas grosseiras e ridículas.

          Mas é só a minha humilde opinião.

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          • Rômulo disse:

            perdão, comentarios radicalistas de direita* me enganei

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      • Hendges disse:

        LEN, em primeiro lugar você não pode, nem eu e nem ninguém, comparar em números a economia brasileiro dos anos 1990, mais especificamente, de 1993 quando se iniciou a implantação do plano – planos que já haviam sidos tentados por 6 vezes -, com a economia a partir dos anos 2000 – Antecipando: plano real foi o que mais ajudou o Lula nos seus governos. Como pode você afirmar que o governo FHC foi um governo pífio: afirmo: cresceu 108% real. A tua afirmação significa falta de conhecimentos dos números. Por quê?!. Por que então você não fala e não falou que em julho de 1994 nós brasileiros enfrentávamos um inflação de 43/45% ao mês??!!. Que ao implantar um plano econômico, a primeira obrigação do governo era extirpar um cultura inflacionária de mais de 50 anos? Por que você não mostra que no governo FHC foram enfrentadas sete crises do mercado financeiro mundial, e o porquê dessas crises?! LEN, crescer após a implantação de um plano econômico é diferente de quando se assume um pais estabilizado economicamente, pois o país ainda estava instável, o que não aconteceu em 2002. E mais, a partir de 1998 a economia mundial já começava a favorecer em todos os pontos e todos os sentidos. Portanto, o PT assumiu um economia pronta, com baixas dívidas interna e externa, inclusive a dívida do cidadão. Por que você não fala a deterioração da capacidade financiara do cidadão decorrente da alta inflação em 2013? Somente nos três meses dos protestos chegou aos 17%. O Banco Central tem essa informação, mas camufla. LEN, ações pontuais boas ou ruins todo o governo faz. Mas conveniamos, não fale quando você não conhece – ou não quer analisar o histórico e o porquê dos números econômico-financeiros, as verdades e o porquê do histórico da economia!. Ou você compara seu filho com 10 anos aos vinte cinco anos? Não tente impor suas ideias querendo mostrar só o que lhe convêm! Não olhe somente teus pontos de vista ideológicos afirmando que só os outros cometeram erros, que só o Lula tomou e fez boas atitudes. Não esqueça que o governo Lula foi de extravagâncias, desmando e mentiras. Há alguns dias atrás o Mantega afirmou que a dívida externa estava em 320 bilhões. Ora, o Lula não pregou aos quatros ventos que tinha pago a dívida do Brasil. Tem mais, a reserva cambial não paga dívida – é dinheiro do exportador -, apenas abre lastros para a expansão monetária. Digo isso pois fui bancário por 25 anos e acompanhei o histórico econômico do Brasil. Não tenho paixões partidarista, e faço críticas a quem estiver errado, independentemente de ideologias.

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        • Jeferson disse:

          Não parece que não tenha paixões partidárias, ou seria paixão por pessoas???? kkkkk

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    • Estamos de Olho disse:

      Cara, quantos comentários pífios, não há relação entre os seus tópicos e muitos deles são tão carentes de explicação profunda que não passam de uma figuras coloridas no meu monitor…e só pra constar as recessões que aconteceram na década de 90 foram reações adversas frente à crise cambial asiática e a quebra do sistema bancária falido e maquiado do Brasil proveniente de anos sugando por meio da conta movimento que o BB e Bacen mantiveram ilegalmente por décadas. Ridículo, apaga isso e faça uma crítica de verdade. Ah, não se esqueça de ler bons livros e estudar melhor os conceitos econômicos que o cercam.

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      • BRAULLIER disse:

        entao voce poderia mim dizer algo a respeito da quebradeira que vive hoje o estado de minas nos 8 anos de Aecio Neves.

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    • O retardado papagaio a Globo não acredita em dados OFICIAIS kakakakaka IMBECIL!! KAKAA

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  2. Flávio Oriest disse:

    Outra coisa: O PIB do Brasil cresceu ABAIXO da média mundial em todo o governo Lula (com exceção de 2009). Pode procurar. Abaixo de todos os BRICS. Abaixo da Venezuela e da Argentina.

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    • Filipe Ricardo disse:

      meu amigo, VENEZUELA não é termômetro, o PIB de lá oscila de acordo com a cotação do barril de petróleo, realmente entre os BRICS ficamos só na frente da Rússia, mas há de convir que na China a mão de obra semi-escrava, contribui muito para atrair as empresas a produzirem lá, você queria isso para o Brasil.

      A Argentina só tá recuperando os anos de retração e estagnação econômica que perduraram por mais de 1 década.

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      • Diogo Querol disse:

        Cara, a Argentina tem recessão e estagnação de uma década? Vai ler mais, na boa! A Argentina cresceu em média na última década 7,5%, chegando a 11%.

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  3. Abbud disse:

    Ola LEN, não vou comentar nada, apenas deixar que o próprio comparado responda a todos os seus argumentos, da sua séria de comparações:

    SEM MEDO DO PASSADO

    Fernando Henrique Cardoso

    O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.

    Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

    A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

    Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal. Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.

    Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.

    Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

    Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010. “Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobras produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela”.

    O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.

    Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.

    É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa “Toda Criança na Escola” trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).

    Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.

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    • BRAULLIER disse:

      PRIVATIZAR TUDO O POBRE NAO PODIA NEM COMER MEU AMIGO PSDB E ELITE NAO CUIDA DO SOCIAL NAO ,LULA FEZ MUITO MAIS ELE DEU VIDA E MATOU A FOME DE MUITOS ATE CELULAR NA EPOCA DE FHC ERA SO DE RICO HOJE TODOS TEM FALO ISSO POR QUE SOU DE UM INTERIOR QUE TODOS DENOMINAM VALE DA MISERIA MAS NO ENTANTO LULA NOS DEU CONDIÇOES DE TERMOS MAIS DIGNIDADE PODER DE COMPRA ENQUANTO SENHORES TUCANOS ESTAO ACABANDO COM MINAS EDUCAÇAO, DEFASADA SAUDE VAI MAL E AS MIDIAS TODAS A FAVOR DE UM GRUPO: PSDB SOU CONTRA MENTIRAS. LULA NOS DEU UM SALTO PARA A CONFIANÇA SAIBA TODO POVO DO VALE O QUER DE VOLTA .SABIA NO ENTANTO FORA AECIO FHC 45 NAO AGUENTAMOS MAIS. VALEU LULA POR TUDO QUE FEZ POR NOS DO VALE DO JEQUITINHONHA VALE DO AMOR E DAS RIQUESAS. O SENHOR DESSE O CASSETE POR QUE NAO ESTA NO INERIOR DAS PERSIGUIÇOES POLITICAS SAI DA MINHA CIDADE POR CAUSA DE UM DITADOR 45 CHAMADO ROBERTO BOTELHO PREFEITO DE JEQUITINHONHA POR QUE FIZ E FAÇO OPOSIÇAO.SAIBA E MUITO FACIL FICAR CRITICANDO LULA QUANDO NAO ESTA EM UMA LINHA DE POBREZA DIRETA E QUE CUIDAR DO POVO AFETA VOCES…..

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      • Roger disse:

        Caro Braullier, não sou defensor de tucano e nem tão pouco dos bandidos Petistas, porém vale ressaltar que o senhor só tem um celular hoje porque na era das “privatizações” o domínio da telecomunicação saiu de uma mão só, governo, para dar espaço às empresas que iriam concorrer entre sí. RESUMO: se hoje é possível ter um celular a preço acessível foi graças a “privatização” do setor que permitiu que as empresas ofereçam o serviço mais barato, pois há concorrência! Mas PetTista é assim, pura ignorância e manipulação. Lamentãvel

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  4. Vinicius disse:

    Prezado Len,

    Acho importante você se informar um pouco melhor sobre o atual governo, a começar lendo alguns especialistas que não estão se preocupando em tomar partido e sim em falar a verdade. Informe-se melhor lendo, por exemplo, http://www.midiasemmascara.org. Infelizmente vivemos um período crítico para o Brasil e poucos se preocupam em se informar adequadamente.

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    • LEN disse:

      Vinicius, seja bem-vindo ao nosso blog, obrigado pelo conselho, ler e se informar são sempre coisas boas de se aconselhar, pena que nem sempre seguimos o próprio conselho que damos aos outros. O blog que você indica é claramente anti-esquerda e sim toma partidos, se você não consegue perceber isso algo está errado com o seu senso crítico. O blog usa uma linguagem ultrapassada de quem parece viver ainda na guerra fria dos anos 60/70. Quanto as suas críticas, você está no seu direito, mas infelizmente não posso responder porque você me manda ler mas não contesta qualquer dos dados aqui compilados, bem naquela linha de tentativa de desqualificação daqueles que não tem argumentos para discussão. Ao contrário da baboseira ideológica que estimula o fla-flu que você me recomenda, aqui nesse e noutros tópicos tratamos de ARGUMENTOS, DADOS, FONTES. Esses estão colocados para discussão e quem puder que os conteste. Diferentemente de blogs que atraem o que tem de pior na sociedade por estimular o ódio por quem pensa diferente (que infelizmente vem se espalhando), aqui nossos leitores não se deixam influenciar pelo bla bla bla da desqualificação pura e simples, precisa ter argumentos, senão cai no ridículo. Da próxima vez conteste se for capaz.

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    • Carolina disse:

      Já vi esse site midiasemmascara.org, e ele é claramente anti-esquerdista.
      Entre outros artigos absurdos vi uma reportagem criticando a medida do governo da vacinação contra HPV de meninas de 10 a 11 anos, porque segundo autor isso seria tratá-las como prostitutas. Acontece que HPV é uma doença sexualmente transmissível, e quem faz sexo nesse país? Não, não são só as prostitutas, e provavelmente todas essas garotas vão fazer sexo em algum momento. Assim como a contaminação por dsts não se restringe a prostitutas e seus clientes, são doenças comuns. A escolha da idade é meramente uma questão de eficiência, e o autor do artigo imbecil saberia se tivesse ao menos pesquisado.

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  5. Joatan disse:

    Ola LEN, estou novamente aqui, estive consultando os dados do DIEESE sobre a relação dívida Publica/PIB e os números apresentados estão semelhantes aos apresentados pelo seu gráfico.

    Apenas para complementar, observa-se no gráfico que há nítidos picos de aumento da relação divida/PIB nas proximidades de eleição (principalmente 98 e 2002), isso deve-se a maior gastança do Estado no periodo eleitoral? Ou ao período de indeterminação a economia deu uma "freada" que provocou o aumento da relação pela redução das receitas, já que é dificil o governo conter gastos?

    Com relação a divida publica/PIB, a média mundial do último ano subiu para 85% do PIB, felizmente a do Brasil apesar de alta esta abaixo deste patamar. O que os avaliadores ainda levam em conta é a capacidade do país em poder "dar a volta por cima". Muitas vezes o número puro não é conclusivo mas um indicativo.

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    • LEN disse:

      Oi Joatan, obrigado por constatar que os dados estão corretos. A minha fonte é o Conselho Regional de Economia de São Paulo. Eles fizeram um trabalho excelente de compilação de dados com várias séries históricas e eles tinham já essa tabela em arquivos excel, portanto o que fiz foi isolar o período entre dez de 94 e nov de 2009 e jogar em um gráfico. Esses dados já estão desatualizados pois a série vai apenas até nov de 2009, já em Dezembro a relação Dívida pública/PIB caiu mais e em janeiro também, mas como eu queria usar apenas uma fonte para dar mais credibilidade ao estudo e deixei até nov/09 mesmo. Eu deixo aqui para quem quiser conferir o link para baixar a tabela da relação dívida líquida pública/PIB feito pelo CORECON/SP. Os dados que eles usarão foram do DEPEC – Banco Central. Trabalho confiável.
      http://www.coreconsp.org.br/indicadores/dip/new_s

      Quanto a variação, percebe-se um crescimento constante partir do segundo semestre de 1997 e assim foi crescendo até o final do governo FHC. Existem picos maiores no início de 99 quando aconteceu a desvalorização do Real e no final de 2002 pelo terrorismo criado pelos tucanos para as eleições que gerou uma sensação de incerteza e o país pagou por isso. Foram justamente os dois piores momentos do governo fhc, no entanto se voce pegar o crescimento vem desde 97 e vai só crescendo até o início de 2003. O que provavelmente aconteceu foi um endividamento maior do estado (muitas vezes passamos o píres no FMI para fechar as contas) e com um crescimento pífio. Isso na matemática é algo óbvio, se temos uma relação onde o numerador cresce e o denominador se mantém estável, o resultado é que o quociente aumenta. Após alguns meses do governo Lula, o governo passou a fazer superavits primários maiores e não precisou tomar mais dinheiro emprestado, então a dívida só aumenta pouco porque os juros da dívida são maiores do que o país consegue economizar para pagá-los, mas como o PIB cresceu pouco no primeiro mandato de lula, você vê que a relação dívida/PIB se praticamente estável nesse período (numerador e denominador crescendo pouco, quociente estável). A maior queda vem no segundo mandato, com o crescimento vigoroso e a dívida aumentando menos, invertendo a relação e quando o denominador cresce mais que o numerador o quociente diminui…foi assim até o último trimestre de 2008 quando veio a crise, o país fez menos economia para pagar a dívida portanto ela aumentou mais e como o PIB foi praticamente zero, ocorreu um pequeno aumento da relação nesse ano, mas a partir do terceiro trimestre a trajetória se inverteu voltando a cair.

      No final de 2010, como essa relação vai estar ainda menor, vai ficar mais evidente que no governo anterior a relação aumentou, e no atual diminuiu. abraços e volte sempre.

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      • junior ibitinga disse:

        é uma pena que o coreconsp retirou as séries históricas, o link ficou sem destino!

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  6. Abbud disse:

    Ola LEN, um ponto importante nesta análise é o quanto a dívida pública esta maquiada no governo LULA dentro das Estatais e BNDES, não tenho as informações precisar aqui e agora para contrapor sua análise, mas assim que tiver coloco aqui.

    Abraços

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    • LEN disse:

      Você me perdoe, mas os dados da dívida são do Banco Central do Brasil e compilados pelo conselho regional de economia de São Paulo, segundo link que deixei aqui. Para fazer uma análise séria é preciso consultar fontes sérias onde não há possibilidade de se maquiar números. Nenhum dos dados que utilizo nessas comparações são passíveis de maquiagem. abraços.

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  7. Zorg disse:

    Seria menos pobre uma comparação da evolução do PIB brasileiro durante esses períodos lado a lado com a evolução do PIB de outros países, para que possamos ter uma perspectiva levando em conta o cenário internacional.

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    • LEN disse:

      Seria menos pobre uma opinião que acrescentasse alguma coisa. Que países nós deveríamos "acrescentar" na comparação? apenas os que ficaram estagnados como o Brasil? ou os que cresceram apesar dos espirros internacionais que quebraram o país? com a china e índia que cresceram muito devido a sua competência? olha que tenho paciência com opinião estapafúrdia, mas essa de comparar com o crescimento de outros países beira o ridículo.

      Média internacional de crescimento é enrolação para trouxa, desculpe a sinceridade, não debochem da inteligência dos leitores do blog, aqui as pessoas tem senso crítico, não engolem desculpas esfarrapadas. O nome já diz média é média, tem países que cresceram acima e países que cresceram menos, o fato de no período do FHC muito países terem capitulado por terem cometido o erro de seguir a doutrina neoliberal empurra a média para baixo e isso só mostra o fracasso do modelo. Muitos países CRESCERAM ACIMA DA "MÉDIA MUNDIAL", simplesmente porque tomaram as decisões corretas.

      O fato de outros países que cometeram os mesmos erros que o Brasil cometeu terem fracassado não diminuem o nosso. Não se encontram em estudos de séries históricas de fontes sérias (não estou falando de partidários como instituto FHC e Millenium) comparações com médias mundiais, simplesmente porque qualquer indicador de qualidade e efetividade com credibilidade faz comparações com bases próprias. O Brasil só pode ser comparado com o Brasil. Realidades diferentes não podem ser comparadas, não dá para comparar alho com bugalho, cada país tem suas peculiaridades. Um exemplo de como a média de crescimento é uma dado distorcido e não mostra nada é só pegar o casos da China e índia que nos últimos anos crescem a taxas muito superiores a média mundial. Cada país tem seus desempenhos, jogar tudo no mesmo bolo e tirar uma média não funciona.

      Para se ter uma idéia e dar uma opinião definitiva, essa história de clamar por média mundial de crescimento é tão bizarra que é só fazer a comparação com a iniciativa privada, imagina uma direção da empresa explicando para os investidores que a empresa quebrou, dando como justificativa que outras empresas também quebraram, é inócuo. O que esse pessoal tem que entender que não adianta explicar para o desempregado que não tem como levar o pão de cada dia para casa, que eles tá assim por causa da "média mundial" e não por causa de uma politica economica equivocada de taxas de juros reais astronomicas de mais de 20% ao ano e uma âncora cambial que destruiu a industria nacional. Que os cidadãos dos outros países cobrem os governos da época o seu fracasso também, aqui os nossos governos devem dar suas explicações pelos nossos fracassos e não terceirizar culpas, método tucano de não assumir os erros que cometeram, e que não adianta esconder.

      Enquanto insistirem em não reconhecer os erros, vão continuar sem conseguir encher uma kombi.

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  8. Abbud disse:

    Enfim LEN me perdoe pelo numero excessivo de posts, mas sei que voce como uma pessoa democrática e que sempre tratou bem os visitantes de seu blog, irá concordar que contrapontos como estes só irão enriquecer a discussão por um Brasil Melhor!

    Abraços

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    • LEN disse:

      Desculpe Abbud, aqui você pode defender os seus argumentos e postar o quanto quiser, não pode é poluir o espaço de comentários com uma série de artigos que sinceramente não tive paciencia para ler. Se você acha aquilo imparcial eu começo a duvidar da sua capacidade de senso crítico. Por mais que eu respeite o contraditório não há espaço para tolerar a desconstrução total da discussão com postagens imensas e sucessivas, não há blogueiro que tolere isso. Se voce quiser fazer citações de terceiros, como foi o caso do artigo do FHC não vai ter problemas, mas entupir o espaço de comentários dessa forma não tem como eu permitir. Se quiser deixar o link, desde que não exceda um limite razoável que não caracterize spam. Abraços.

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  9. Zorg disse:

    A análise deixa sim a desejar. Despreza tanto que economias nacionais não são isoladas (mas não espero que os partidaristas que fazem isso deixem de adular o partido por aumentos nas exportações), quanto a continuidade histórica, que os dois governos não partiram de uma mesma linha de largada. Parecem supor que se Lula tivesse sido eleito em 1989 ou em 1995, o gráfico do PIB seria como se recortássemos os anos do governo PT daí e colássemos a partir de 1989 ou 1995. Lula chega, e Lula faz. Lula tem o poder.

    Alguns textos interessantes, um sendo menos recente, mas é sempre bom refrescar a memória:

    "O professor Claudio Salm investigou os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 1996 e 2002 (anos tucanos) e daí a de 2008 (anos petistas). Ele verificou que a ideia segundo a qual Nosso Guia mudou radicalmente a vida do andar de baixo nacional é propaganda desonesta. Estimando-se que no andar de baixo estejam cerca de 50 milhões de pessoas (25% da população), o que se vê nas três Pnads estudadas por Salm é uma linha de progresso contínuo, sem inflexão petista. [...]"

    http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/01

    ""Essa conversa de herança maldita é pura bobagem"

    Para economista, Lula é continuidade de FHC, com o que tem de bom e de ruim"

    http://www.luizpaulovellozolucas.com.br/site/noti

    "Lula tem usado os dados do Caged do Ministério do Trabalho, e não a pesquisa do IBGE da PME. Os dois estão mostrando muita discrepância. O fato é que o desemprego não está caindo, na época do ano em que sempre cai. Está estagnado há quatro meses e subiu um pouco em setembro. A verdade é a seguinte: na década de 90 houve queda do emprego no mundo inteiro, por causa de novas tecnologias, mais competição, novas formas de produção. Emprego é um desafio de qualquer governo no mundo inteiro. Simplificar o tema, como se fosse uma partida de futebol, não ajuda o país."

    http://www.eagora.org.br/arquivo/O-ilusionismo/

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    • LEN disse:

      Zorg, Quanto a você achar que a minha análise deixa a desejar é direto seu, diferente de como agem os que tentam implantar a opinião única, aqui nós recebemos as críticas com todo o respeito, sem fugir delas ou ignorá-las, nesse caso especial acho que você está contrariado com a clareza dos números, pois até agora não conseguiu contestar nenhum deles.

      O artigo usa números de fontes confiáveis que foram citadas, indiquei até o link do download direto das tabelas do conselho de economia que foram usadas para gerar os gráficos. Os períodos são precisos e abrangem a totalidade dos dois governos de dez de 94 até nov de 2009 (só tinha até novembro na época que foi elaborado o artigo), mostra como receberam os governos, como se comportaram durante os mandatos e como entregaram no final. As tabelas usam os períodos completos e ininterruptos, impossibilitando críticas de manipulações nos dados, não existem dados pinçados ou escolhidos a dedo, portanto, os dados são incontestáveis.

      Dados se contestam com dados, completos, não pinçados, de fontes também confiáveis, não com opinião ou discurso de gente ligada ao PSDB, como o professor Cláudio Salm que representou o José Serra em debates em 2002, que ao contrário desse artigo não apresenta números e fontes completas, apresenta apenas dados pinçados e muita opinião. Eu aposto que no conjunto limitado de fontes de informações que você utiliza (vide citar Míriam Leitão e Ricardo Noblat) jamais ficou sabendo das ligações tucanas do professor.

      Se você tem algum argumento para contestar na minha análise que consiga convencer os leitores que você está correto e eu errado, eu vou ser o primeiro a dar o braço a torcer, mas conhecendo como eu conheço a inteligência dos poucos leitores do blog, a menos que você os convença, suas avaliações puras e simples sobre o que eu escrevo ou citações de opiniões de tucanos vão ter pouca relevância. Os números são claros até para quem não tem muita intimidade com dados estatísticos. No Governo FHC a relação dívida pib só cresceu e no de Lula a trajetória se inverteu, no perído FHC o país ficou estagnado, sem crescer, no Governo Lula voltou a crescer…é o que mostram os números, se você tiver alguma explicação mirabolante que conteste eles, fique a vontade.

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      • André disse:

        LEN, desculpe comentar após tanto tempo, mas você parece não entender que ninguém está contestando os números, e sim o contexto onde estão inseridos.

        Seguindo o seu raciocínio, eu posso dizer que vivia muito melhor no período de inflação galopante, pois meu salário crescia 40% todo mês, ao passo que hoje não passa de 10% ao ano.

        Números por si só se chamam “dados” e não têm nenhum significado. Agregue mais dados, faça uma análise neutra, e você terá informação.

        Abraço.

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  10. Abbud disse:

    Ok LEN então recomendo aos leitores deste blog especificamente sobre a divida pública que leiam tambem o blog do endereço em anexo, bem mais completo e com informações importantes, que "colocam o dedo na ferida" do marketing populista petista.

    http://visaopanoramica.wordpress.com/2009/08/29/l

    Na mesma linha de que Zorg fez, é importante contrapor as informações aqui postadas

    Tirem suas próprias conlcusões.

    Abraços

    Abbud

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  11. Luiz Guilherme da M. disse:

    Sr. Len ,

    Parabens , por diversos motivos : o primeiro é pela paciência , o segundo é pelo espaço democrático (na maioria dos blog´s dos colunistas conservadores eles pagam a porteiros baixo astral para censurar e não postar e o pior por vezes até manipulam o conteúdo de nossos comentários conforme o próprio interesse) e por último pela excelente linha escolhida para o blog , ou seja , apresenta de forma didática os dados de fontes confiáveis (se alguém duvida da fonte deveria questionar e processar o órgão gerador da informação e não ficar fazendo alusões de desconfianças ao blog) e por fim os analisa e apresenta suas conclusões imparciais como deve ser a matemática , se a maioria dos índices se apresentam como favorávies à gestão de Lula-Dilma e demais equipes é porque eles souberam gerir aproveitando os pontos fortes do país e do mundo e souberam se defender dos pontos fracos do Brasil e do mundo .

    Esta sua análise já no primeiro Post foi excelente e muito bem complementada (mais didática) no seu comentário em resposta ao Sr. Joatan (14-03-10) .

    O comparativo destes índices (fhc-serra x Lula-Dilma) estão na sua totalidade favoráveis à gestão Lula -Dilma e isto fica muito mais evidente quando se observa todos os índices principalmente no 2o mandato , pois no primeiro se tratava de um governo nunca dantes pisado no palácio (sem conhecer a máquina) , tentando salvar o pais do abismo deixado por fhc-serra e com uma mídia (nos dois mandatos) fazendo campanha contra , um falso apoio do congresso (na maioria fisiologista) , recebeu o pais com uma inflação de 12,3%/ano e o pior uma taxa de juros de mais de 27%/ano e a relação Dívida/PIB em mais de 50 conforme seu gráfico e principalmente Lula tinha para si e seu governo uma obrigação moral de reduzir imediatamente a dívida social ( ou seja , teria que aumentar ainda mais a dívida pública) . Então o que fazer ?? Como medida emergencial segurou alguns investimentos , tentou recuperar a credibilidade do governo com um rigor monetário na procura da estabilidade e conseguiu ainda no primeiro ano 2003 até uma redução da inflação e o cumprimento de todos os contratos inclusive (infelizmente) os contratos entreguistas de fhc-serra, cumpriu parcialmente (na medida do possível) a sua imposição moral que era implementar desde o início ações sociais que minimizassem a miséria do povo e reduzisse a desigualdade (este é um processo muito mais longo que os extrema esquerda (muito pouco pragmáticos) acham que poderia ser , querendo milagres de Lula-Dilma como um confronto direto com o capital) e em paralelo procurou desenvolver novos mercados externos e intensificar os existentes , assim como obter crescimento do consumo interno visando que mesmo sem investimentos estatais conseguir algum crescimento do pais e assim pequeno aumento do PIB, além de aumento da fiscalização tributária . Lembrando como sempre que a mídia PIG fazendo campanha contrária sendo que em 2005 com o Factóide do Caixa Dois tentaram até o Golpe junto com a oposição oportunista e cínica .

    O segundo mandato com o pais parcialmente recuperado e a Dilma mais a equipe numa visão desenvolvimentista identificou no PAC uma metodologia de gestão listando diversas obras de interesse comum nos três níveis de gestão (Federal-Estadual e municipal) um meio que de forma racional empregando o pouco capital estatal disponível e juntando a poupança nacional e internacional dirigir os esforços racionalmente para a infraestrutura e obras que gerassem emprego em massa ( o que além de ser uma necessidade para a alto estima do brasileiro) junto com a transferência de renda para o social ajudou e muito no aumento do consumo interno o que puxou mais desenvolvimento da poupança privada , gerando assim um ciclo virtuoso , conseguindo-se uma redução substancial na relação Dívida/PIB , estabilidade monetária =~4,5% de inflação, redução nas taxas de juros de 27% para 8,75% , uma soma formidável de reserva US$240 bilhões (que permite uma atuação mais soberana do Brasil) , um aumento de salário mínimo formidável , uma mobilidade social e redução da miséria sem precedentes e muito mais… Dilma 2010 para aprofundar tantas melhorias e estabelecer uma comunicação mais democrática e acabar com a ditadura dos meios de comunicação (PIG) e assim a maioria da sociedade possa discutir todos estes índices em igualdade condições com os demais nobres comentaristas deste Blog ..

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    • LEN disse:

      Obrigado Luiz. Não diria imparcial porque eu tenho minhas convicções e lado que defendo, a velha mídia também tem lado, só que eles não tem a decência para confessar. Quanto a abrir o espaço ao contraditório é uma necessidade, como eu poderia criitcar a velha mídia se agisse como eles? sim, os argumentos estão do nosso lado, mas mesmo que não estivessem, só existe uma forma honesta de defender um ponto de vista, e não é calando quem discorda de nós. O debate é bom pra nós como disse a Dilma, quem costuma fugir dele e se proteger atrás da tentativa de implantar a opinião única, desqualificando os críticos e se auto-referenciando são os outros. Abraços e volte sempre.

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  12. Luiz Guilherme da M. L. Jorge disse:

    Em contraponto ao 1o comentário de Abbud – Sobre o defunto fhc- Segue comentário de um representante da parte séria da mídia …

    O trololó do coadjuvante FHC

    O ex-presidente FHC está magoado e não consegue mais conter sua língua. Neste fim de semana, ele publicou mais um artigo rancoroso contra Lula e a candidata Dilma Rousseff. Até colunistas da mídia demotucana notaram sua dor. Josias de Souza, da Folha, registrou: “Fernando Henrique Cardoso não parece disposto a cumprir o papel de coadjuvante que o seu partido, o PSDB, lhe atribuiu na eleição de 2010”. Já Dora Kramer, do Estadão, tomou as dores do amigo e espinafrou o “tucanatinho” que trata o pobre FHC como “um cunhado que vive dando vexame”.

    É muita maldade! O ex-presidente não foi convidado para a festança de despedida de José Serra do Palácio dos Bandeirantes e foi excluído do convite oficial de lançamento da candidatura. “O tucanatinho acha que ele não fica bem na fotografia do vigoroso partido onde vicejam próceres cuja capacidade de distinguir credibilidade de popularidade é nenhuma… Acha que isso os autoriza a jogar no lixo o respeito devido a quem permitiu que o partido iniciasse sua trajetória de vida pela rampa do Palácio do Planalto”, lamentou Dora Kramer, a bajuladora de FHC.

    O autoritário fala em democracia

    Magoado, o sociólogo da nobreza neoliberal escreveu seu terceiro artigo raivoso em curto espaço de tempo. No anterior, ele cometera a deselegância de rotular Dilma Rousseff de “boneca de ventríloquo”. No deste domingo, ele aproveitou a onda anticomunista para comparar o governo brasileiro ao da China, que combinaria desenvolvimento econômico com partido único. Em tom terrorista, o rejeitado FHC adverte as elites que a eleição de outubro colocará em jogo “a própria concepção do que seja democracia”. Dilma seria a expressão do mais perigoso autoritarismo!

    O cínico FHC – que rasgou a Constituição e comprou deputados para garantir sua reeleição, que acionou o Exército contra a greve dos petroleiros, que demonizou o MST e que desqualificou as críticas ao seu governo como “nhenhenhém” – garante que Lula conduz o país a “um modelo de sociedade” autoritário, de “pensamento único”. Para ele, a candidatura Dilma Rousseff seria o ápice desta orientação, “que se descola da tradição democrática brasileira, para dizer o mínimo”.

    O neoliberal ataca o desenvolvimento

    O neoliberal – que desmontou o Estado, a nação e o trabalho, paralisando a economia e causando recordes de desemprego – ainda condena a política desenvolvimentista do atual governo. Feroz inimigo de Getúlio Vargas, FHC agora descarrega seu ódio contra Lula, que estaria patrocinando “uma forma de capitalismo na qual o governo e as grandes corporações, especialmente públicas, unem-se sob a tutela de uma burocracia permeada por interesses corporativos e partidários”. Ele parece incomodado com os índices de crescimento econômico e de geração de emprego e renda.

    Oportunista, FHC também dispara bravatas. Ele critica “as alianças feitas sem preocupação com a coerência político-ideológica”. Será que está se referindo a aliança entre tucanos e demos, entre os neoliberais “modernos” e a oligarquia conservadora, criada na estufa da ditadura militar? Ele ataca ainda a “leniência com a corrupção”, talvez numa autocrítica atrasada sobre os seus rasgados elogios ao governador José Roberto Arruda, o “vice-careca” de Serra que permanece preso. Mais sujo do que pau de galinheiro, o ex-presidente insiste em vender a imagem de paladino da ética.

    Enterrado em vida pelos seus

    Como ironiza o sociólogo Emir Sader, o ex-presidente não vai parar com o seu “trololó” – para usar expressão recente do tucano José Serra num acesso de raiva contra os professores em greve. “O tamanho da vaidade de FHC parece ser o maior adversário de seus correligionários de partido e ex-colegas de governo… Ele não agüenta ver o seu governo atacado e não contar com ninguém que o defenda – como aconteceu no segundo turno de 2006… Eles se deram conta que aceitar a comparação entre os dois governos – o de Lula e o de FHC – é o caminho seguro da derrota”.

    “Triste figura a do FHC. Rejeitado por seus correligionários, pela rejeição que sofre do povo brasileiro, funciona como clown, como personagem folclórica, lembrança de um passado que o governo luta para terminar de superar e a oposição para tentar esquecer e apagar da recordação dos brasileiros. Escondido pelos seus, repudiado pelos seus adversários, enterrado em vida pelos seus, tomado como anti-exemplo por seus adversários”, conclui Emir Sader.

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  13. marcos disse:

    Ótimo! Muito bom durante álgum tempo procurei algo semelhante até encontrar o portal G1, que é muito esclarecedor quanto as tendências da imprensa que vocês bem conhecem; Porém eu preciso que vocês me esclareçam outras coisas. Como a entrevista que o ex Presidente da economia Armínio Fraga concedeu quando na saída do Governo FHC na transição com a equipe econômica do Presidente Lula quanto a ída ao FMI; Não sei a que órgão da imprensa que ele concedeu; Pois eu gostaria muito de obter esta entrevista. Do mais esta é a primeira espero de muitos e-mail que enviarei pois gostei muito deste portal. Responda-me por favor.

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  14. Abbud disse:

    A história se repete e um povo sem sem crítico comete os mesmos erros.

    GV foi o LULA do Passado, JK foi o FHC do passado, parece que nos probre latino americanos temos uma atração nata e uma paixão cega aos populistas, mesmo que sejam ditadores, em detrimento de governos que realmente se preocuparam com o desenvolvimento sustentável, a meritocracia e o trabalho como base de seus governos.

    Crescimento por crescimento, devemos segundo suas teses idolatrar os militares não é mesmo?pois neste quesito nem mesmo os deuses populistas e ditadores GV e LULA puderam bater!

    O que mostra o quanto este tipo de análise descontextualizada é pobre.

    Abraços

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    • auro andrade disse:

      Abdul é um nome árabe o que voce quer falando aqui no brasil burgues Pessoa avarenta, sovina, somítica se nao ~fossem esses governandes o povo era mais tratado como gado ainda nunca mais psdb fhc serra…vampiros….

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  15. Clawirton disse:

    Meu caro Len, olha o que chegou!!!!!

    29/04/2010 – 11h02

    Lula é eleito o líder mais influente do mundo pela "Time"

    Do UOL Notícias

    Em São Paulo

    Em perfil assinado por Michael Moore, a história de vida de Lula é ressaltada; cineasta

    chama o presidente brasileiro de "verdadeiro filho da classe trabalhadora da América Latina"

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito nesta quinta-feira (29) pela revista americana “Time” como o líder mais influente do mundo. Lula encabeça um ranking de 25 nomes e é seguido por J.T Wang, presidente da empresa de computadores pessoais Acer, o almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, o presidente americano Barack Obama e Ron Bloom, assessor sênior do secretário do Tesouro dos Estados Unidos.

    No perfil escrito pelo cineasta Michael Moore, o programa Fome Zero (praticamente substituído pelo Bolsa Família) é citado como destaque no governo do PT como uma das conquistas para levar o Brasil ao “primeiro mundo”. A história de vida de Lula também é ressaltada por Moore, que chama o presidente brasileiro de “verdadeiro filho da classe trabalhadora da América Latina”.

    A revista lembra quando Lula, aos 25 anos, perdeu sua primeira esposa Maria, grávida de oito meses, pelo fato de os dois não terem acesso a um plano de saúde decente. Ironizando, Moore dá um recado aos bilionários do mundo: “deixem os povos terem bons cuidados de saúde e eles causarão muito menos problemas para vocês”.

    A lista mostra os 100 nomes de pessoas mais influentes do mundo em diversas áreas –líderes da esfera pública e privada, heróis, artistas, pensadores, entre outros.

    Entre os líderes em destaque também estão a ex- governadora do Alasca e ex-candidata republicana à Vice-Presidência dos EUA, Sarah Palin; o diretor do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn; os primeiros-ministros japonês e palestino, Yukio Hatoyama e Salam Fayyad, e o chefe do Governo da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.

    Em 2009, Lula foi eleito o personagem do ano pelo jornal espanhol El País e pelo francês Le Monde.

    Outras categorias

    O ex-presidente americano Bill Clinton é o primeiro na categoria dos “heróis” pelo trabalho realizado no Haiti depois do terremoto de 12 de janeiro por meio da ONU (Organização das Nações Unidas). Segundo seu perfil, escrito pelo cantor Bono Vox, da banda irlandesa U2, “sem ele o universo não seria tão amigável para os seres humanos.”

    Abaixo de Clinton aparecem: a sul-coreana Kim Yu-na, que conseguiu o primeiro ouro em patinação artística para seu país em Vancouver; o opositor iraniano Mir Hussein Musavi, e o ator Ben Stiller por seu trabalho na reconstrução de escolas no Haiti.

    A cantora Lady Gaga encabeça o ranking dos “artistas” e recebe elogios da colega Cyndi Lauper que mostra sua admiração pelo trabalho da nova-iorquina de 24 anos. Lauper destaca que “a arte de Lady Gaga capta o período em que estamos agora” e rasga elogios à postura polêmica de Gaga: “ela mesma é a arte. Ela é a escultura.”

    Além disso também aparecem a cantora Taylor Swift, os atores Ashton Kutcher e Neil Patrick Harris, assim como o produtor e popular juiz do programa de talentos "American Idol", Simon Cowell.

    Depois de Lady Gaga, aparecem na lista artística: o humorista Conan O''Brien, que abandonou seu programa na rede de televisão americana "NBC"; a cineasta Kathryn Bigelow, primeira mulher a ganhar o Oscar de melhor direção por seu filme "Guerra ao Terror" e a apresentadora Oprah Winfrey.

    Na lista dos “pensadores” o urbanista Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná, aparece em 16° lugar por seu “maravilhoso legado de sustentabilidade urbana", destacado pelo prefeito de Vancouver.

    A revista "Time" também inclui uma análise de quem de sua lista são os mais influentes na internet, através de uma análise do número de seguidores e de conexões que essas pessoas acumulam nas redes sociais Facebook e Twitter.

    Segundo essa análise, Barack Obama e Lady Gaga, seguidos do ator Ashton Kutcher, da cantora Taylor Swift e da apresentadora Oprah Winfrey dominam o manejo dessas ferramentas eletrônicas

    http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/inter

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    • LEN disse:

      Amigo Clawirton, olha que já retificaram dizendo que a times não faz distinção entre os escolhidos como em um ranking. Acho que independente de ser o primeiro ou não, o fato que ele está em todas as listas de políticos e personalidades influentes, o que mostra que não é por acaso, e deixam aqueles que criticam a política externa do Brasil isolados e sem argumentos.

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  16. Katy disse:

    Prezado Abbud: O JK fez muito, mas muito mais em 5 anos de gov que o FHC em 8 anos! Por favor não compare o FHC ao JK, isso é uma ofensa!!

    O mundo inteiro reconhece como o Brasil melhorou sob o governo do Presidente Lula, só os brasileiros preconceituosos não admitem.

    The Economist Magazine 14/11/2009

    …Brazil has been democratic before, it has had economic growth before and it has had low inflation before. But it has never before sustained all three at the same time.

    Len, o seu blog é excelente. É um prazer ler seus comentários.

    Katy

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    • Abbud disse:

      Ah é verdade, JK não enfretou inflação, crises mundiais, o mundo era outro e com toda a certeza muito menos complexo.

      Como voce não consegue contextualizar nada, não podemos comparar mesmo FHC com JK.

      Mas GV com LULA voce deixa eu comparar de forma simples então?

      Um foi reconhecido como o pai do pobres, o outro tenta ser reconhecido como o Filho do Brasil, um foi ditador e depois eleito, o outro foi eleito e quer ser ditador.

      Pelo menos o primeiro apesar de não ter sido um exemplo de democracia, estudou se preparou, enfrentou um guerra mundial e deixou um legado trabalhista e industrial.

      Já LULA trouxe as olimpíadas a copa o "bolsa esmola"…

      É óbvio que o Brasil melhorou nos últimos 8 anos, e tem sido assim desde a redemocratização , resta saber se o povo conseguirá avaliar se a velocidade comparativa de melhoria e o pano de fundo foram adequados e se ainda serão sustentáveis, infelizmente algo muito complexo para a grande maioria do povo brasileiro analisar.

      Lamentável

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      • BRAULLIER disse:

        JK FEZ SIM INUNDOU O BRASIL EM DIVIDAS.HOJE PAGAMOS MAS GRAÇAS A LULA TEMOS CONFIANÇA NO MERCADO EXTERNO GRAÇAS A QUE GOVERNO FHC OU LULA RESPONDA DIVIDA GERADA NO PASSADO JK BRASILIA LEMBRAS…..E MINAS ESTA INDO NO MESMO CAMINHO CIDADE ADMINISTRATIVA AECIO NEVES VAMOS ELEGER UM GOVERNADOR PARA O POVO SANA ESSA DIVIDA E DEPOIS ELES VEM BATENDO NO PEITO ……TUCANOS NAO PERDEM NUNCA………….CEMIG UMA DAS ENERGIAS MAIS CARA DO BRASIL

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  17. Aloísio disse:

    O inimaginável aconteceu…

    A turma do PSDB achou que o governo do PT ia quebrar a cara nos meandros e turbulências da economia e aconteceu justamente o contrário, o desempenho econômico do Brasil no governo Lula foi surpreendentemente positivo. Ponderemos que o governo ainda teve que lidar com uma dívida pública que crescia em ritmo acelerado e que estava em boa parte atrelada ao dólar, dólar próximo de R$ 4,00, as amarras de um acordo com o FMI, juros básicos próximos a 20%, etc…

    O PT fez do limão uma limonada e merece mais um período no comando do país, imaginemos o que não será feito agora que não temos mais aquela herança medonha!

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    • Luiz disse:

      Com dólar a inferior à R$ 2.00 o o governos Lula e Dila criaram milhões de empregos no exterior. Veja a evolução da participação do setor industrial no PIB nos últimos dez anos. Pelo jeito você também é dos gosta de do importados.

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  18. sônia oliveira disse:

    Esses números deveriam ser inseridos no contexto mundial, aí se descobre

    que na era FHC a relação é melhor que na época de Lula. Relatório da FGV

    mostram 2,81 para FHC e 2,79 para Lula.

    Entretanto o primeiro teve que fazer as reformas estruturais como plano real,

    lei de Responsabilidade Fiscal, privatizações, Proer etc contra as quais o PT votou.

    Lula encontrou o caminho pavimentado. Hoje a divida publica é de R$ 1,5 trilhões

    e as contas econômicas totalmente desequilibradas mostrando a necessidade urgente

    de uma nova reforma do sistema…

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    • LEN disse:

      Contexto mundial Sônia? do que se trata? você pode me dizer um indicador de atividade usado por algum instituto sério em algum país sério capaz de comparar alhos com bugalhos? Esse negócio de contexto mundial é, desculpe a sinceridade, evasiva de quem quer fugir das comparaões e dos números. Faça o seguinte, é só me indicar o instituto que trabalha com esse tipo de "indicador mundial de atividade" (só não me venha com iFHC e instituto Millenium porque eu falei sério).

      Outra coisa que relatório do FGV você se refere? pode apontar onde no site do instituto eu posso achá-lo, quando foi publicado. Neste post estão citadas as fontes dos dados de todas as comparações. Para contestá-los é preciso trazer os números e citar a fonte que os contrarie. Não dá para esgrimar números sem mostrar onde eles forma coletados.

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      • Luiz disse:

        Hong Kong, Japão, México e Argentina quebraram. Invasões o Kwait e Iraque e atos terrorista nos Estados unidos (torres gêmeas) não atrapalharam em nada a economia brasileira?
        Fernando Henrique Cardoso pegou o pais quebrado pelo companheiro Sarney. Ou você se esquece da hiperinflação que estava aqui antes do PLANO REAL, do qual o Lula foi a televisão dizer que era só mais um plano para ganhar eleições de 1994. Esse plano foi feito e executado com responsabilidade, apesar dos contrário, que sempre torciam pelo pior melhor. O presidente FERNANDO HENRIQUE CARDOSO tomou medidas impopulares pra dar um rumo ao Brasil e o Lula pegou céu de brigadeiro. E o que é pior tentou seguir caminhos errados, uma vez que o mundo crescia a índices que a muito não se via e o Brasil insistia em dólar a R$ 1,60, o que tornava os produtos brasileiro caros e impediam o aumentos das exportações e o crescimento do PIB, nível de emprego, . . . .

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        • Luciana disse:

          Alem dessas crieses asiaticas, mexicanas, houve sobretudo a crise russa! Enquanto q Lula teve sorte de pegar a China crescendo euforicamente comprando mundo inteiro, sobretudo Brasil!

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  19. Alessandro disse:

    Comparação tendenciosa e ruim.

    Desconsidera o ambiente externo de várias crises e estagnações pelo qual o mundo passou no governo FHC, desconsidera a luta pela sustenação do plano real feito no governo FHC diante de um cenário internacional ruim com várias crises nos paises emergentes (as crises no governo Lula foram, sobretudo, nos países ricos).

    Tbm desconsidera os motivos do da inflação e do câmbio no último ano de governo, que foram geradas por um misto de crise internacional e desconfiança do até então, incógnita Lula.

    É fácil chegar aqui e dizer que Lula é o Rei do Brasil, sem consideras fatores externos, o importante é, oq ficou de herança do governo Lula, oq ele fez??

    Continuamos sendo vendedores de comoddities, continuamos com os maioes juros do mundo, continuamos com gargalos problematicos na infraestrutura, continuamos sendo um país super-violento, continuamos sem as Reformas.

    Afinal, oq o Lula fez??? O país seguiu nos ultimos anos no piloto automático.

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    • LEN disse:

      Alessandro, Seja bem-vindo ao blog,

      Quanto a ser ruim, se trata de sua opinião e opiniões aqui são respeitadas, quanto a dizer que é tendenciosa já se torna uma tentativa sem sucesso de desqualificar com quem não pode argumentar. Para resumir, aí estão os números, as fontes de onde foram retiradas, todas confiáveis. São indicadores utilizados no mundo inteiro, exatamente como foram postados. Sinto muito se você precisa acreditar em alguma desculpa qualquer para se recusar a assumir o fracasso que foi o governo FHC.

      Ah, as crises que o FHC enfrentou foram espirros se comparadas a crise de 2008, a diferença é que dessa vez o país estava preparado, e não foi genialidade do governo lula não, foi só fazer o feijão com arroz como é feito no mundo inteiro em relação a economia e incentivar o consumo interno, o que só o que alguém com um capital pessoal muito grande para a despeito do noticiário drástico fazer a população responder consumindo. A CAGADA quem fez foi o FHC mesmo que torrou todas as reservas internacionais do pais no primeiro mandato para manter uma paridade dolar Real ilusória, só porque o planinho deles era cheio de falhas e só se sustentava com juros altos e torrando reserva para aguentar a Âncora cambial. Resultado: no segundo mandato, se espirrassem em taiwan quebrava um banco aqui, fora todas as empresas que foram fechadas. Fora que o FHC quebrou a industria naval, quebrou vários setores de exportação com o dolar a 1 real e depois o de importação quando o dolar pulou para 4 reais. A tentativa de colocar a culpa na oposição pela falta de controle de um governo lamentável sobre a situação da economia é desculpa esfarrapada que nem o cidadão mais simplório é capaz de acreditar. O país pagou caro pelos 8 anos de incompetência dos tucanos. A estagnação com o país crescendo menos que a inflação é andar de marcha ré, e e isso que o país fez naquela época.

      Agora contestar você pode e deve fazer sempre aqui no blog, mas traga dados que desmintam os nossos, senão passa como bravata. E não adianta vir com as evasivas de "contexto mundial" e pobre azarado do FHC, tem que ser indicador conhecido e de fonte confiável, nada de procurar na cartilha tucana para fugir dos números, aqueles indicadores "heterodoxos" inventados especialmente para a desculpa oficial, risos.

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  20. oneide teixeira disse:

    Aqui tem uma analize mais detalhada da questão divida externa sem ser pro fhc ou pro lula (ou tenta ser pelo menos).
    Os dados são originarios do bc ,cpi da divida e refutam a sua analize so que e extensa.
    http://bit.ly/6FvvfY
    Antecipando um pouco veja que ninguem considera que FHC teve que incorporar a divida dos estados para que a lei de responsabilidade fiscal tivesse efeito.

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  21. Paulo Rick disse:

    Muito boa sua análise da divida é importante notar que os metirosos e manipuladores de dados, passaram a usar a dívida pública bruta para fazer comparações, quando todos os países inclusive o FMI e o Banco Mundial usou o conceito de divida líquida, por ser esse a maneira recomendada por qualquer método de contabilidade honesto. Segue o quadro da evolução da dívida líquida é a porcentagem do PIB. Fonte Banco Central. http://www.bcb.gov.br/htms/infecon/notas.asp?idioma=p&id=ecoimphist

    Dívida Externa

    Ano- Valor em Bilhões- Reservas em Bilhões
    1980 – 54 – 9,6
    1990 – 96 – 9,4
    1994 – 148 – 38
    1995- 159 – 52
    1996 – 179 – 60
    1998 – 224 – 44
    1999 – 226 – 42
    2000 – 217 – 33
    2002 – 211 – 36
    2003 – 215 – 49
    2004 – 201 – 53
    2005 – 169 – 54
    2006 – 173 – 86
    2007 – 193 – 180
    2008 – 198 – 194
    2009 – 202 – 239
    2010 – 235* – 270*

    * Até setembro de 2010

    Dívida Líquida Total(Governo FHC)

    Ano-Valor em Bilhões-Porcentagem do PIB
    1994 – 153* – 30%
    1995 – 208 – 31%
    1996 – 269 – 33%
    1997 – 308 – 34%
    1998 – 386 – 41%
    1999 – 517 – 48%
    2000 – 563 – 48%
    2001 – 661 – 52%
    2002 – 881 – 57%
    Total da Dívida Gerada** 881+69= 950 bilhões

    • * Dívida consolidada, da União, dos Estados, Municípios e todos os chamados esqueletos, na verdade a dívida estava em torno de 64 bilhões.

    • **O Governo FHC arrecadou cerca de 69 bilhões com a venda das estatais, que foram abatidos na dívida em 2000.

    Divída Líquida Total(Governo Lula)

    Ano-Valor em Bilhões-Porcentagem do PIB
    2003 – 913 – 58%
    2004 – 956 – 52%
    2005 – 1.000 – 51%
    2006 – 1.067 – 50%
    2007 – 1.200 – 43%
    2008 – 1.153 – 40%
    2009 – 1.345 – 43%
    2010 – 1.406* – 42%*

    * Posição em julho

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  22. carlos disse:

    Pelo nivel dos “comentaristas” sobre o artigo só posso concluir:
    FUGIRAM DA ESCOLA.
    O PIB SOFREU UM DECRÉSCIMO PROPORCIONALMENTE A SEU CRESCIMENTO.
    A analize do autor esta correta.
    Quem não concorda apresente outra, ou volte para a escola e comece tudo de novo.

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  23. Vilmar disse:

    Acho que os números devem ser reais, mas não é bem assim que se faz comparação. É preciso saber como o país estava nos governos anteriores. Como estava a economia antes do FHC, qual a prioridade para ele poder governar etc?
    Sempre fui eleitor do PT, até o Lula ganhar e termos que testemunhar vários acontecimentos desagradáveis.
    O governo FHC estava lutando para controlar a inflação e tentando enxugar a máquina pública, o que era necessário para reduzir os gastos públicos e manter o controle da inflação. Ou seja, a prioridade dele não era crescimento econômico, mas ainda assim não ficou muito menor que o do Lula (de acordo com sua comparação).
    Além disso, as crises da época FHC foram bem piores para o Brasil. Se não estou enganado, teve a crise da Rússia, do México, da Argentina, ou seja, todos países ditos emergentes, como o Brasil. E em que isso piora as crises? O “Risco Brasil” aumentava e os investidores sumiam. E porque a atual foi “melhor” para o Brasil? Os investidores têm que investir em algum lugar. Se os países mais ricos estão mal, os emergentes têm mais chance de serem notados. Tanto que esses países sentiram menos a crise ou conseguiram sair dela antes que os mais ricos.
    Sem contar qjue alguns números não podem ser levados muito a sério, como os 30 milhões que subiram para a classe média. Como podemos ter “mais” 30 milhões na classe média, se a população que declara IR não chega a 25 milhões? Que classe média é essa?
    O que o Lula fez mesmo, além de continuar o que o governo anterior vinha fazendo? Qual foi a novidade implantada que realmente poderia mudar o país?
    O governo Lula pegou um país relativamente estável e uma máquina pública já enxuta, e só não estava melhor por medo do mercado em relação ao próprio PT. Ou vocês não se lembram que a inflação e o dólar subiram bastante por causa das eleições?
    Não sou eleitor do FHC, mas o que vivemos hoje é graças a ele… Também ao Itamar e até ao Collor, que começou a abertura econômica.

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  24. Javier disse:

    Dessa sua análise, remova a China como grande importadora de matéria-prima brasileira e as 5 crises econômicas pelas quais passou o governo FHC. Que sobra do período Lula?

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  25. Ze disse:

    Olá,
    Tenho uma curiosidade técnica que mesmo um químico, nao-economista, poderia me responder.
    Embora tenha havido uma melhora na relação divida PIB, nao seria o caso de discutirmos os seguintes FATOS?
    1) a divida interna aumentou, e muito, com Lula!!!! diminui apenas em termos relativos ao PIB.
    2) o que se paga de juros hoje e maior do que se pagava no final do governo FH, embora as taxas de juros sejam menores. Para ilustrar, pagamos anualmente, hoje, algo próximo dos 300 bilhões de reais, enquanto investimos uma quantia que nao eqüivale a metade disso em saúde e educação. Desculpe, estou sem acentos aqui.
    3) sim, concordo em gênero, número e grau com todos que dizem que FH deixou uma situação ruim, mas fico imaginando Lula pegando a situação que FH encontrou. Se e para falar em termos relativos, FH deixou para lula uma situação muito, mas muito melhor do que a que ele encontrou quando ministro da economia e depois como presidente em 94.
    4) para encerrar, sem bravata ou qualquer ranço ideológico, queria lembrar que, embora eu seja um leitor da veja, tenho minhas reservas em relação aos erros fiscais da era fhc, mas tenho muito mais em relação a lula. E déficit atras de déficit atras de déficit atras de déficit. Deficits esses, bom frisar, decorrentes basicamente de divida interna e gastos com previdência social, em detrimento de educação, saúde, bens e serviços capazes de aumentar verdadeiramente a capacidade física e melhorar os recursos humanos do pais. O resultado esta aí, aumento da inflação. Aumenta a capacidade de consumir mas nao de produzir.
    5) vc parece inteligente e idealista, filho, mas nunca use um único indicador para medir a qualidade de um governo ou de uma economia. Relação divida PIB serve muito bem para os EUA, mas tem sido uma armadilha para nos. Nosso PIB subiu mais por conta do consumo ds famílias, devido a distribuição de renda. Nossa industria esta estagnada, assim como nossa infraestrutura e nao da para culpar só os anteriotres por isso. Afinal, vamos para o nono ano de Pt. Seria mais uma década perdida?

    Abraços cordiais!!!!

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    • LEN LEN disse:

      Oi Zé, obrigado pela educação, é bom quando encontramos pessoas que não se situam na mesma área do espectro ideológico que a gente e consegue debater com respeito e cordialidade. Infelizmente a intolerância a divergência vem crescendo, independente se é de direita, esquerda ou centro.

      A dívida em números absolutos realmente cresceu, e isso só aconteceu porque as economias que os governos federal, estaduais e municipais não chegaram a um superavit suficiente para que fosse possível pagar os juros da dívida e essa situação é conhecida como deficit nominal zero. Alguns economistas defendiam que o Brasil economizasse ainda mais para conseguir o deficit nominal zero, mas o combinado com o FMI para receber o empréstimo que salvou o país de quebrar em 2002 foi o brasil fazer superavit primário de 3,5%. Aí acho que existe um equívoco conceitual seu, o país fez superavit primário em todos os anos no governo Lula, e se não me engano porque não tenho esses números na mão, o único ano em que não chegou no superavit combinado foi justamente em 2010, mas nos outros anos o superavit ficou dentro da meta e muitas vezes foi conseguido antes do ano terminar. Você deve estar confundindo com deficit em conta corrente. Na balança comercial (exportações menos importações) o brasil sempre fez superavit, mas na balança da conta corrente, onde entram também os envios de lucros para o exterior de multinacionais, o brasil fez deficit nos últimos anos, alguns economistas veem essa situação como algo que deve ser alterado em curto prazo para não dar problemas mas para frente, mas veja mesmo com esse deficit em conta corrente o BC aumentou as nossas reservas, fazendo um bom colchão para eventuais dificuldades.

      A dívida em 98 quando FHC assumiu era de 60 bi, quando entregou estava em 540 bi, no meio do caminho houve a unificação das dívidas com estados e municípios e essa foi a desculpa usada para o aumento de mais de 700% da dívida pública. Acho que a diferença mais fácil de entender entre os dois governos é que durante os anos de Lula a dívida aumentou porque a base era alta e consequentemente os juros altos e ou o brasil pagava os juros todos e não investia ou pagava parte e investia o que sobrava e foi o que fez, já no governo FHC além de não conseguir pagar os juros, a dívida ainda aumentou porque o país pedia empréstimo para fechar as contas. Quantas vezes o país teve que recorrer ao FMI durante FHC e Lula? daí voce tira quem endividou mais.

      É necessário trabalhar com os indicadores usados universalmente para que quem está interessado em investir no brasil possa compreender a saúde do nosso sistema financeiro, e aqui nós usamos como fonte os dados do conselho de economia de São Paulo, desculpe a ausência dos gráficos, isso ocorreu durante a transferência de domínio do blog, mas tô corrigindo agora. A relação dívida (líquida) PIB é usada em todos os países considerados economias de mercado e a relação brasileira hoje se encontra no mesmo nível controlado de endividamento em que se encontram os países que tem o maior PIB, tanto que as agências de rating melhoraram muito a nossa classificação nos últimos anos, quando você ouvir alguém dizer que a nossa dívida é estratosférica lembre que se assim fosse o Brasil não seria classificado como investment grade.

      Quanto a indústria estar estagnada, essa informação não se sustenta nos números, a indústria cresceu muito nesses últimos anos, e se isso não fosse verdade não criaríamos a quantidade inacreditável de empregos que foram criados nos últimos anos, se você pegar o PIB industrial vai variar paralelamente com o PIB global, é claro que podem existir setores que estejam sentindo a concorrência externa com o dolar baixo, mas o crescimento tem efeitos colaterais inevitáveis. Concordo que até agora não foi feito muito pela área de infraestrutura, mas veja, as obras que foram iniciadas no governo Lula e vão ter continuidade no governo Dilma vão fazer uma boa diferença. No final do governo Dilma podemos voltar a discutir sobre infraestrutura e você me cobra por isso.

      Por último é verdade que o consumo de família tem crescido muito, mas isso não é demérito, significa que o brasileiro está conseguindo consumir tirando um pouco a corda do pescoço, muita gente que não fazia parte do mercado de consumo passou a consumir, isso é bom para o lojista, para o industrial e para o importador, ou seja não tem problema se a economia crescer porisso, mas o PIB não cresceu só por causa disso, as exportações também cresceram muitos nesses últimos oito anos, são recordes atrás de recordes, então podemos incluir nessa conta a atuação do setor de exportações. A imprensa gosta de dizer que Lula deu apenas continuidade as medidas de FHC, é injusto primeiro porque essas medidas não foram do FHC ou da sua equipe economica, foram exigências do FMI para emprestar de novo para o Brasil, foram as medidas do FMI e não do FHC, que Lula prometeu cumprir para não quebrar o país de novo, e segundo porque a mudança fundamental para a economia não foi uma medida fiscal ou investimento, foi a política social de Lula que os neoliberais diziam que não era possível para o país fazer que fez o país deslanchar. Os neoliberais não entendiam que segregando brasileiros estes ficavam a margem do consumo. Colocando dinheiro na mão do mais pobre, além de distribuir riqueza e diminuir as sensíveis desigualdades desse país, Lula fez aquecer a economia do país, só o bolsa família passou a ser o principal fonte para aquecer comércios locais e fazer a grande roda da economia girar. Os críticos fingem que não entenderam que a revolução que Lula fez na área social foi a principal e mais influente mudança que ele fez na economia.

      Grande abraço.

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  26. André disse:

    Bom, sou economista e estudioso do tema acima. Analisar apenas um indicador sem levar em conta toda conjuntura e demais indicadores é uma análise vaga que por si só não justifica os números. Em 1995, o jovem Plano Real ainda engatinhava para não ser mais um fracasso. Não sei se lembra, o criticado PROER (que hoje foi replicado em outros moldes) teve que gastar quase 4% do PIB para salvar os bancos que ainda achavam que poderiam ganhar dinheiro com a inflação. Ainda dependendo do câmbio fixo para ir retirando a memória inflacionária, o país sofreu com a crise russa, mexicana, dos tigres asiáticas e finalmente o efeito Lula (pico do seu gráfico).

    Você não leva em conta que uma estrutura nova, precisa de tempo para arrumar o sistema tributário, o modelo de dívida (lembra quantos títulos tinhamos? hoje temos apenas 4 modelos).

    Você não considera o nível de arrecadação e as condições conjunturais. Quem arrecada mais, pode pagar mais. Fora que o deslanche chinês proporcionou ganhos jamais antes visto para o Balanço de Pagamentos do Brasil. Acho que é um tema delicado, pois o Lula até 2009 geriu razoavelmente bem essa questão (mas perdeu oportunidade de baixar o custo da dívida) e em 2010 abriu as pernas e quase destruiu tudo o que construiu.

    E o FHC não tinha nada e deu algum rumo as finanças do país, por mais que tenha deixado longe de um caminho ideal. Mas o que estava perdido a décadas, não se pode ser construído rapidamente e tem um grande custo, como foi a suspensão de contratações e arroxo salarial. Enfim, hoje temos uma inflação controlada com ajuda desse ônus que pagamos na década de 90.

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    • Gabriel disse:

      Gostaria de dar um pitaco! não sou estudioso mais acredito que sei um pouco de numeros afinal sou pequeno empresário, não gosto de política afinal, política é a arte de captar(ou poderíamos falar surripiar) em proveito próprio a paixão dos outros, colocar FHC, PSDB, Lula, PT, no caldeirão da bruxa num vai fazer bem pra ninguém, mas vamos lá PIB era FHC 1,3 tri , divida pub 624 bi, arrecadação 272 bi (20 % pib), PIB Lula, 3,7 Tri, divida, 1,6 Tri, arrecadação 1,27 tri (34% Pib) explica pra mim significa que estamos deixando os pobres políticos cada vez mais ricos ou sou burro assim que não entendo isso!! estamos arrecadando percentualmente mais e estamos endividando numericamente mais! não consigo entender! nunca vi político pobre! Detalhe o brasileiro hoje paga, Casa (juros), Carro (juros), Casas Bahia(que juros), Celular (a mais cara do mundo), assim o governo socializa despesas também!

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      • LEN LEN disse:

        Gabriel, suas perguntas são fáceis de serem respondidas:

        Como aumentar a dívida com arrecadação maior? simples. a divida pública antes crescia porque o país tomava dinheiro de empréstimos de instituições como o FMI, isso é aumentar a base da dívida e é por isso que a dívida pública aumentou 700% durante o período FHC. Hoje a dívida aumenta (pouco mais de 100% durante governo Lula) porque o país simplesmente não consegue pagar os juros da dívida na sua totalidade. Nós fazemos superavit primário de aproximadamente 3% a 4% ao ano, que é o que o país consegue economizar para amortizar os juros da dívida, mas sem pagar o total de juros (déficit nominal zero), a dívida tende a crescer, tirando em dados mais comuns, é como se em vez de você pagar a parcela do cartão de crédito nós pagássemos um valor inferior e a dívida cresce no mês seguinte, você não comprou(se endividou) mais, mas a dívida cresceu. Esse aumento na dívida se deve aos governantes que nos antecederam de deixar a dívida chegar a montantes em que para você pagar apenas os juros é preciso fazer uma economia muito grande que poderia afetar os investimentos públicos. O indicador Dívida líquida/PIB é o melhor indicador para perceber essa trajetória de recuperação.

        Quantos aos juros praticados pelo BC, eu concordo contigo, eles são escorchantes, prejudicam a produção e escalpelam a classe média, mas temos que levar em consideração que houve uma inversão em oito anos que ajudou a aliviar um pouco esse sacrifício. Hoje reclamamos que os juros estão na casa dos 12% mas não se pode esquecer que FHC deixou a selic em 25,5% e que em oito anos ela se reduziu pela metade. Se formos levar em consideração o pico do governo FHC (45% de selic) vemos que o inferno já passou, mas ainda pode melhorar bastante, é só o país saber sair dessa armadilha, Juros x inflação.

        Abs.

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    • LEN LEN disse:

      André, o plano Real foi criado em cima de bases equivocadas: paridade real-dolar que destruiu a indústria nacional e as nossas reservas (destruídas vendendo dolar para manter as mini-bandas), o que levou o país a se tornar frágil diante de crises internacionais moderadas. O perço da estabilização da moeda foi pago pela população em 8 anos de estagnação econômica e destruição de empregos.

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  27. junior morini disse:

    Muito sério seus dados, parabéns! Só venho aqui dizer a quem vier com bravatarias, que Bill Clinton (então presidente EUA) em 1999 passou um histórico sermão em FHC, no encontro da 3ª via, dizendo que deveria ter seguido o exemplo de países como Chile ou Uganda (uganda!), ao invés de manter uma politica que beneficiava a especulação. Então, não tem desculpa pra quem foi ao FMI salvar os colegas banqueiros.

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  28. junior ibitinga disse:

    Olá novamente! Bom dia a todos! resolvi comparar o gráfico da saúde da dívida pub interna com a variação do PIB de são paulo no período, mostra que ter um governo tucano no federal e estadual simultaneamente é extremamente danoso. Houve uma estagnação gritante! Se olhamos nos períodos em que o governo estadual parou para “satanizar” o adversário e apavorar o mercado (o que chamam aqui de “efeito Lula”) houve retração no período, mostrando inconsequência para lidar com a disputa.

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  29. joelio val disse:

    Prezados, eu não sou de esquerda ou direita, e sim daqueles que deseja o melhor para este país independente de quem o governe. Eu percebo que sempre que o país dá errado o culpado é sempre o presidente, porém quando o cara faz algo de bom nunca se reconhece. O Lula enfrentou uma das maiores crises da história e ainda assim atribuem o bom desempenho da economia brasileira ao acaso. Se tivesse dado errado ele seria o culpado.
    Na verdade, a estabilização da economia se iniciou no governo Itamar Franco tendo, FHC, como ministro da Fazenda e ão como presidente. Gostando ou não, o Lula tem números para provar seu valor. Os defensores dos tucanos sempre citam que o PT levantava a bandeira da honestidade e hoje ouve-se corrupção em seu governo. Pois bem, onde está o dinheiro das privatizações?

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  30. ricardo disse:

    http://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_mktp_cd&idim=country:BRA&dl=pt-BR&hl=pt-BR&q=pib+brasil

    deem uma olhada no segundo governo de FHC ( 1998 à 2002 )
    risos

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  31. Vagner disse:

    Para todos os questionadores. Vou dizer apenas que vi poucas pessoas falando de poucos argumentos do discurso do FHC postado pelo Abbud em 5 de março de 2010, e acho que isso se deve pelo fato de ser muito consistente os dados nele contido. Em relação ao comentário do Joelio Val, eu gostaria que ele me respondesse uma pergunta sobre um fato ipotético más que tenta fazer uma relação com uma estatal em especial. Se você fosse dono de uma padaria (como é o caso de um amigo meu), e essa padaria lhe desse um pro labore mensal de R$1.500,00 livre dos impostos e despesas como aluguel ou manutenção. Em um belo dia, chega um tal de Fernandinho e oferece lhe pagar 10 vezes menos do que vale a sua padaria. Você quase manda ele para aquele lugar, porém ele tem uma certa paciência e espera você se acalmar e conclui todos os termos da sua proposta. O termo mais relevante é que você começaria a receber um percentual do valor do faturamento bruto da sua padaria e ainda iria deixar de acumular a dívida trabalhista dos funcionários (que nessa altura já era o dobro do que valia a padaria). E detalhe ele ( o Fernandinho) iria investir na ampliação da produção da padaria que iria ficar cerca de 8 vezes maior. Portanto o seu pro labore inicial tinha garantias de ficar quase 10 vezes maior. E aí? Você aceitava a proposta? O Fernandinho não te paga quase nada pela padaria mas daqui um tempo você ganha quase 10 vezes mais sem fazer nada? Grande parte do PIB do Brasil no governo Lula é reflexo de um negócio quase idêntico entre o governo do Brasil e um consórcio que hoje paga infinitamente mais impostos e emprega infinitamente mais pessoas do que a Vale do Rio Doce quando Estatal. Abraços a todos e deixem as questões políticas apenas para quem delas pode cuidar como por exemplo a família do Ilustríssimo dono do Maranhão.

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  32. adauri disse:

    Se nem a matématica convence os animais de bico grande, que eles invoquem o espírito santo para lhes esplicarem.
    Burrice tem limite!
    Se não souberam governar aprendam bater palmas, ou fazer opisição propositiva ao menos.
    seus nº são claros, tranparentes. quem tem olhos que os vejam.
    Para felicidade geral da nação esses 15%, probres idiotas são os mesmos que consomem, revista veja, folha estadão o globo etc etc.
    Só haveremos de nos preocupar não com os nº entre LULA e FHC e sim com os anarfa funcionais dos 15% que votam na direitora raivosa.

    Enquanto as carpideiras choram a caravana do progresso avança.

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  33. bruno disse:

    Analisar épocas distintas, tempos distintos,circunstancias distintas é de um miopia infantil que dá até dó. É impressionante a sua falta de visão o querendo fazer um tipo de comparação absurda…. é mesma coisa que comparar que os carros do ano 2000 são melhores que os carros de 1970…continue petista e quem sabe daqui a algumas décadas possamos abrir os olhos….O PT usa a mentira como método, os meios justificam os fins. apropriou dos programas do FHC, beneficiou-se deles e agora consegue os louros…..quem fez o plano real, o proer, o bolsa escola, o fundef, o avança brasil, o luz para todos, lei de responsabilidade fiscal, metas de inflaçao todos os projetos que permitiram o Brasil avançar….agora o lula qual projeto ele fez???????

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  34. José Lopes disse:

    O sucesso do governo Lula e agora da presidente Dilma, só não vê quem não quer.
    Mesmo com a crise mundial o Brasil superou a Inglaterra e é a sexta maior economia do mundo. Isto, sem vender nossas estatais. Eis os dados oficiais desta conquista:

    Contas Nacionais Trimestrais – Fonte IBGE

    Base: Ano de 2011

    Em 2011, PIB cresce 2,7% e totaliza R$ 4,143 trilhões

    Em relação ao terceiro trimestre de 2011, o PIB a preços de mercado do quarto trimestre do ano passado cresceu 0,3%, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal.
    A agropecuária (0,9%) e os serviços (0,6%) registraram aumento, enquanto aindústria (-0,5%) caiu.

    Na comparação com o quarto trimestre de 2010, o PIB cresceu 1,4%, sendo que o valor adicionado a preços básicos aumentou 1,2%, e os impostos sobre produtos, 2,0%. Dentre as atividades econômicas, a agropecuária (8,4%) e osserviços (1,4%) registraram crescimento, enquanto a indústria (-0,4%) registrou queda.

    No ano de 2011, em relação a 2010, o PIB aumentou 2,7%, fruto do crescimento de 2,5% no valor adicionado e 4,3% nos impostos. Nessa comparação, aagropecuária (3,9%), os serviços (2,7%) e a indústria (1,6%) cresceram. Assim, segundo as informações das Contas Nacionais Trimestrais, em 2011, o PIB em valores correntes alcançou R$ 4,143 trilhões. O PIB per capita ficou em R$ 21.252, apresentando uma alta de 1,8%, em volume, em relação a 2010.

    Em relação ao 3º tri de 2011, crescimento da agropecuária é destaque

    O PIB cresceu 0,3% na comparação do quarto trimestre contra o terceiro trimestre de 2011, na série com ajuste sazonal, sendo que as variações por atividade econômica foram: agropecuária, 0,9%; serviços, 0,6% e indústria, -0,5%.

    Todos componentes da demanda interna apresentaram variações positivas no último trimestre de 2011. A Despesa de Consumo das Famílias cresceu 1,1%, enquanto que a Despesa de Consumo da Administração Pública e a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, ou investimento) apresentaram expansão de 0,4% e 0,2%, respectivamente.
    Pelo lado do setor externo, as Importações de Bens e Serviços cresceram em ritmo superior ao das Exportações: 2,6% contra 1,9%.

    Na comparação com 4º tri de 2010, agropecuária também é destaque

    Na comparação do quarto trimestre de 2011 com o quarto trimestre de 2010, o PIB cresceu 1,4%. Dentre as atividades que contribuem para a geração do Valor Adicionado a Preços Básicos, destaca-se o crescimento da Agropecuária (8,4%). O valor adicionado de Serviços cresceu 1,4%. Já a Indústria, que nesta base de comparação vem apresentando trajetória de desaceleração desde o segundo trimestre de 2010, teve variação negativa de -0,4%.

    A taxa da agropecuária (8,4%) pode ser explicada pelo aumento da produtividade e pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no trimestre, como por exemplo, fumo (22,0%), mandioca (7,3%), feijão (10,9%) e laranja (2,8%), e pelo crescimento na produtividade, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola – LSPA.

    Entre os serviços (1,4%), todas as atividades que o compõem registraram variações positivas, com destaque para os Serviços de informação (4,6%). As demais variações foram: Intermediação financeira e seguros (1,5%);Administração, saúde e educação pública (1,5%); Transporte, armazenagem e correio (que engloba transporte de carga e passageiros, 1,4%); Comércio(atacadista e varejista, 1,3%); Serviços imobiliários e aluguel (1,3%) e Outros serviços (0,7%).

    A variação negativa da indústria (-0,4%) foi puxada pela queda de -3,1% naIndústria de transformação. As demais atividades industriais apresentaram crescimento: Extrativa mineral (3,8%), Construção civil (3,1%) e Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (3,0%). O resultado da Indústria da transformação foi influenciado, principalmente, pela redução da produção de têxteis, artigos do vestuário, calçados e máquinas e equipamentos.

    Dentre os componentes da demanda interna, a despesa de consumo das famílias cresceu 2,1%, a 33ª variação positiva seguida nessa base de comparação. A formação bruta de capital fixo aumentou 2,0% e a despesa de consumo da administração pública cresceu 1,3%.

    As Exportações e as Importações de Bens e Serviços apresentaram crescimento de 3,7% e 6,4%, respectivamente, no quarto trimestre de 2011, em relação ao mesmo período de 2010.

    No ano, PIB cresce 2,7% e PIB per capita varia 1,8%

    Em 2011, o PIB brasileiro variou 2,7% em relação a 2010. Em 2010, o crescimento acumulado no ano havia sido de 7,5%. Em função deste crescimento, o PIB per capita alcançou R$ 21.252 (em valores correntes), após ter registrado variação, em volume, de 1,8% em relação a 2010. O PIB per capita é definido como a divisão do valor corrente do PIB pela população residente no meio do ano.

    A expansão do PIB resultou do aumento de 2,5% do Valor Adicionado a preços básicos e do crescimento de 4,3% nos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. O aumento dos impostos reflete, principalmente, o crescimento em volume de 11,4% do Imposto sobre Importação e do aumento de 4,7% do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), sendo este último puxado pela venda de máquinas e equipamentos. O resultado do Valor Adicionado neste tipo de comparação refletiu o desempenho das três atividades que o compõem: Agropecuária (3,9%), Serviços (2,7%) e Indústria (1,6%).

    O crescimento da agropecuária (3,9%) se deve ao aumento de produção de várias culturas importantes da lavoura e aos ganhos de produtividade. Influenciada pelas condições climáticas favoráveis, a agricultura brasileira apresentou safra recorde de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2011 (159,9 milhões de toneladas), tendo como destaque as seguintes culturas: algodão (72,6%), fumo (22,0%), arroz (19,0%), soja (9,2%) e mandioca (7,3%).

    Já nos serviços (2,7%), os destaques positivos foram Serviços de informação(4,9%) e Intermediação financeira e seguros (3,9%). Comércio cresceu 3,4%, seguido de Transporte, armazenagem e correio (2,8%). Ao longo de todo o ano de 2011, o crescimento da população empregada e da massa real de salários, ao lado da expansão do crédito ao consumo, sustentaram o crescimento das vendas no comércio, principalmente o varejista, em ritmo superior ao registrado pela atividade industrial. Por fim, Outros serviços e Administração, saúde e educação pública cresceram, ambas, 2,3%, seguidas por Serviços imobiliários e aluguel (1,4%).

    Na indústria (1,6%), o destaque foi o crescimento no ano de Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (3,8%) e da Construção civil (3,6%). O desempenho da construção civil em 2011 é confirmado pelo aumento da população ocupada no setor, que acumulou crescimento de 3,9% segundo a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, e pelo desempenho do crédito direcionado. A Extrativa mineral acumulou expansão de 3,2%, com destaque para a extração de minério de ferro. A Indústria de transformação, por sua vez, apresentou estabilidade em relação ao ano anterior, com variação de 0,1%, influenciado, principalmente, pela redução do Valor Adicionado de artigos do vestuário e acessórios; artigos de plástico; metalurgia; máquinas, aparelhos e material elétrico; e automóveis.

    Na análise da demanda, a despesa de consumo das famílias cresceu 4,1% em 2011, oitavo ano consecutivo de aumento. A Despesa do Consumo da Administração Pública aumentou 1,9% e a Formação Bruta de Capital Fixo, por sua vez, apresentou expansão de 4,7%.

    No âmbito do setor externo, as exportações tiveram crescimento de 4,5%, e as importações se expandiram 9,7%. Contribui para este quadro a valorização do Real ocorrida entre 2010 e 2011. A taxa de câmbio (medida pela média anual das taxas de câmbio R$/US$ de compra e venda) variou de 1,76 para 1,67.

    A taxa de investimento no ano de 2011 foi de 19,3% do PIB, inferior à taxa referente ao ano anterior (19,5%). A taxa de poupança alcançou 17,2% em 2011 contra 17,5% em 2010.

    Arrquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

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    • Luiz disse:

      Vai nessa pra ver. Se a economia mundial continuar nessa maré e não cuidar da gastança essa alegria dira pouco e logo o Brasil se transformará numa Argentina, onde o povo não pode ter dólares e não consumir produtos importados de boa qualidade, como acontecia aqui antes do companheiro Collor.
      Os Kirchner deram um calotes nos aposentados franceces e, consequentemente, perderam a credibilidade e não receberam mais iempréstimos e investimentos externos. Se a dívida pública brasileira continuar crescendo na mesma razão logo-logo o Brasil estará na mesma situação.
      Só pra refrescar a sua memória no primeiro ano do governo da Dilma a dívida pública cresceu 184 bilhões de reais, ou seja, dez por cento. Isso tudo em apenas um anos. Pelo curto período de tempo esse crescimento é astronõmico.

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  35. Vagner disse:

    Aplausos ao Lula por não ter quebrado o país mesmo tendo quadruplicado os gastos públicos e inchando as secretarias e ministérios de parasitas petistas. Aliás, inchando não, além de inchar inventou mais uma porção de secretarias e ministérios para conseguir colocar milhares de incompetentes para coçar e ganhar um dinheirinho fácil dos inertes patriotas estudiosos da economia. Quem se beneficia da política do PT tem mais que bater palmas e defender ferrenhamente o Lula, porém quem não é funcionário público federal nem trabalha em nenhuma estatal deveria pensar melhor nos números que realmente interessam: aqueles contidos no seu contra-cheque. Faça uma análise salário X horas trabalhadas e veja se está tudo bem. Não estou falando de ganhar bem ou mal, más sim de ganhar sem fazer nada. Se você ganha dinheiro sem ter que fazer nada, então parabéns por defender o governo Lula, você está certo!

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  36. Jansler disse:

    Meu caro,
    quando leio matérias parciais como a sua,dá até vômito.

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  37. Luiz disse:

    Essa comparação é muito fácil de ser contestada por ser tosca ou qualquer outra palavra que o valha.

    Começo pelas conjunturas econômicas (crises) no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso que foram a QUEBRA DA BOLSA DE HONG kONG, QUEBRA DO JAPÃO, QUEBRA DO MÉXICO, QUEBRA DA ARGENTINA, INVASÃO DO KAWIT PELO IRAQUE, INVASÃO DO IRAQUE PLEOS ESTADOS UNIDOS, QUEDA DAS TORRES GÊMEAS e outros pequenos acontecimentos que provocaram a estagnação da economia mundial nesse período.

    Nos governos do Lula a economia dos Estados Unidos e europeia cresciam em torno de 6, 7%, da China 27%, da India 12%. E a brasileira? Houve um ano do governo Lula o crescimento da economia brasileira ficou no antepenúltimo luga nas Américas, superando apenas os crescimentos das economias de Trinidad e Tobago, que é uma ilhota, e a do Haiti, que está em guerra civil.

    Agora em um ano do governo Dilma a dívida pública cresceu 10%, ou seja, 184 bilhões de reais, apesar os recordes em arrecadação de impostos, chegando a bagatela de 2 trilhões de reais no governo Dilma.

    Portanto os governos Ptistas tiveram uma oportunidade única de colocar o Brasil no lugar que merece, mas. . .

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    • José disse:

      Luiz.

      Em que galáxia você vive, amigo?

      Já olhou pela janela de sua casa e já ouviu falr na crise econômica pela qual a Europa está passando? Ouviu falar na crise do sistema bancário dos Estados Unidos de 2008, que arrastou o mundo todo com eles? E estou falando de Europa e não de países do terceiro mundo…

      Você viu quanto foi o lucro da Vale no último ano: só pra lembrar, R$ 33 bilhões… Sabe por quando o governo FHC venDEU a Vale: R$ 3 bi… isso mesmo, certa de 10% do lucro líquido da empresa no último ano…

      E vocês ainda têm coragem de falar em gestão fraudulenta?!!! O mensalão (que é sim um crime inadmissível e que deve ser sim punido) é jardim de infância, perto do que se fez no passado.

      Perdoe-me por misturar os assuntos.

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      • Joao disse:

        José, a Vale só está valendo o que vale hoje porque foi privatizada. Se fosse pública, certamente com o tempo iria dá prejuízo para o governo.

        Com a economia globalizada, o desempenho econômico depende menos do governante. Estamos a mercê da economia global e essencialmente da demanda por commodities que produzimos e consumimos. Essas comparações de PIB e dívida pra mim não fazem sentido porque não levam em conta o contexto mundial. Podemos discutir sim quem medidas o governante tomou e constatar seu efeito real na economia. Se você conseguir correlacionar as medidas do governo Lula, mostrando os impactos nos números e também contextualizando e comparando com outros países faria muito mais sentido.

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        • LEN LEN disse:

          Claro, assim como a PETROBRAS né? que vale hoje muito mais que na época que queriam privatizar.

          O pior é ver que ainda tem gente que acredita nessa lenga-lenga que a Vale valorizou porque foi privatizada. Desculpe, mas vai se informar, sai da redoma da imprensa tradicional, daí você vai descobrir que de lá pra cá as commodities dispararam e que aquele valor que a empresa foi vendida foi uma subvalorização criminosa.

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  38. MARQUES disse:

    Fraco ocomentário …. PIB é crescimento de um ano em relação ao anterior …. há q se ter um referencial inercial descontada a inflação e mais ainda descontado o crescimento MÉDIO MUNDIAL NO PERÍODO. O governo Calamares foi ‘bafejado’ pelo crescimento mundial … q deu causa a crise atual …. subprimes nos USA e deficit publco na Europa. Um governo só não reduz drascitamente a dívida pública IINTERNAq no governo Calamares chegou a estratosfera de trilhão .. aliás a dívida externa tb não foi zerada no período Calamares.

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  39. Caio Silva disse:

    bem lembrada, a contaminação que o Lula sofreu do “governo anterior”, do passado só os males que importam. FHc, claro, não herdou nada, representa as trevas, -8, Lula sim funda a história do Brasil, começando com o ano 0, transição, 2003 nos calendários brasileiros deveria constar como ano 1.

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  40. Eduardo Mederdrut disse:

    Len, voce acha que o pt é de esquerda? o populismo eleitoral é de esquerda? ou simplesmente as teorias ali ao serem diametralmente opostas elas se tocam? Stalinismo, Nazismo, Fascismo, tem alguma diferença? Democracia, é um sistema aonde, O povo Manda, agora, a Democracia que vivemos precisa de uma alternancia no poder, pois, muito poder corrompe, e ali esta…. voce e eu pagamos altos impostos por sermos da classe media, mas nos nas temos direito a educacao publica de qualidade, a hospitais publicos de qualidade, e pagamos caro por um serviço que deveria ser do governo, e nem falar em politcas de segurança, inexistentes, é so caminhar por algum bairro de classe media em sao paulo veremos que, as pessoas nao vivem, se escondem… entao, temos que aturar gastos estupidos e sem nexo, como uma copa do mundo para encher o ego de um presidente delirante, que, vai ter que negociar com traficantes para garantir a seguranca de uma copa, abrir as pernas para uma toda poderosa Fifa, que poco se importa com a condicao social do pais (veja o que aconteceu em africa do sul) Len, voce é uma pessoa inteligente, e sabe, muito bem que os numeros podem ser manipulados, especificamente os numeros do governo, pois, ninguem entende muito de Economes… portano ate os mais instruidos, sabem que estatistica, é colocar a cabeça no microondas, a bunda num balde de gelo e o resultado é, a temperatura media é de 36 graus, e noa vimos que o cerebro explodio e congelou a bunda… entao, se tem gente que esta denunciando, tem que haver investigacao, agora, o PE 36 (acho) nao é uma forma de stalinismo, travestida de democracia, aonde comprando votos, se consegue a impunidade de politicos corruptos? estes fatos nao nascem de um partido de “direita”acho que dizer que o PSDB ou que as Elites sao de direta, é um discurso da neo esquerda populista, que toma o lugar dos antigos ditadores (somoza, stroessener, peron, pinochet, baby doc e outros de nefasta memoria) para fazer exatamente a mesma coisa. Vamos ter autocritica e rever as posicoes, democracia é isso, e requer tempo, muito tempo, e muitas eleicoes para que funcione corrtamente com todos os defeitos que este sistema apresenta, ainda é o melhor…

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  41. Helvio Tarcisio disse:

    O artigo é do tipo: Uma parte eu conto, a outra parte eu escondo! Ou seja, aquela parte que me interessa eu coloco em evidência e a que não me interessa eu omito! Eu minto, engano!!!! Simples assim!

    Pelo que eu sei, desde que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, até o dia em que FHC entregou o governo a Lula, o país tinha acumulado uma dívida pública (em mais de 500 anos de história do Brasil) de aproximadamente R$ 0,8 trilhões. Em apenas oito anos, Lula agregou mais R$ 0,8 trilhões à dívida pública, entregando seu governo a Dilma com R$ 1,6 trilhões (Por favor, não diga que valeu a pena, porque Lula trouxe crescimento/desenvolvimento que isso é mentira. Lula apenas se aproveitou da maré econômica internacional favorável para fazer o seu marketing pessoal, mas essa é outra estória…). Pois bem, esse crescimento absurdo-maluco da dívida pública aconteceu sem que ninguém chiasse, sem que ninguém reclamasse de forma mais firme e sem que a grande maioria compreendesse o significado e o perigo que uma monumental dívida pública como essa representa. Em apenas oito anos, Lula detonou com as finanças públicas, sob o olhar obscurecido e silêncio da multidão, da oposição política e dos analistas econômicos (como aconteceu na Europa e EUA).

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  42. Tuba disse:

    O mais curioso é que as pessoas ainda acreditam que no Brasil exista ESQUERDA e DIREITA, que ainda existam partidos e ideologias. Não, meus amigos… aqui não existe nada disso. Existe é um bando de ladrões, que podemos chamar de governo, deputados, senadores, vereadores, etc. que são o sangue-suga, o chupa-cabras de quem realmente trabalha e faz esse país se mexer. São todos absolutamente farinha do mesmo saco.

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  43. Elisangela Fraga disse:

    Bem, mais do que falsa essa polarização PT X PSDB. E tentar fazer crer que esta é uma disputa diretita x esquerda é mais ridículo ainda. O que existe no brasil hoje são as elites em disputa pelo governo e controle do velho Estado com suas dezenas de siglas (PT, PC do B, PSDB, PMDB, PP e tantos Ps da vida) e o povo explorado e oprimido de outro lado. A cada dia o povo vêm tomando mais consciência de que todo esse circo elitoral é só uma farsa manipuladora. As diversas siglas se revezam em turnos na gerência do velho estado para roubar e pilhar cada vez mais, em maior ou menor medida, de maneira descarada ou encoberta o povo.
    Nesse país a mudança será possível sim, pode demorar mas acontecerá. E o primeiro passo está sendo dado com o fim das ilusões com essa corja do PT que se diz ironicamente esquerda.
    Para mim, e meus vizinhos que compartilham dessa opinião, todos esses partidos eleitoreiros se uniram muito bem para explorar o povo durante todos esses anos de FHC, Lula e Dilma. E isso mostrou os verdadeiros objetivos de todos eles: manterem suas riquezas e a riqueza de suas classes: burocrátas e grandes elites.

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  44. davi almeida cunha disse:

    Estatísticas são incontestáveis qdo de fontes confiáveis, como é o caso aqui. E para verificar se é verdadeira é muito simples; Quem sente essa melhora no governo Lula é o povo e a resposta do povo é reelegendo a sua sucessora, e isso é um fato. Diga-se de passagem que o povo não está muito ligado em ideologia.

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  45. Luis disse:

    Nunca achei que a construção de circos tivesse relevância para um suposto crescimento social e econômico dentro de uma sociedade desigual e ingênua quanto esta…

    Infelizmente há gente que defende posições político ideológicas que remetem a heresias que se alastram vertiginosamente em direção do vazio.

    Não sou partidário de nenhuma corrente política, mas acredito que discutir posições passadas seja o mesmo que remoer a triste perda de algo que não vai mais ser remediado.

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  46. Gustavo disse:

    kkkkkkkkkkk

    Muito ridícula as suas análises… rsrs
    Concordo com algumas coisas, mas acho que você faltou em algumas aulas de estatística… rs

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    • LEN LEN disse:

      Amigão, não faltei aulas de estatísticas, passei com boas notas, além disso, se você leu o artigo pode perceber que o trabalho estatístico foi feito pelo banco central e compilado pelo Conselho Regional de Economia de SP, eu declarei as fontes da pesquisa no final de artigo, eu apenas me limitei a realizar cálculos de variação de percentagem entre períodos que até uma criança poderia fazer, mas se você puder apontar onde está ou estão o(s) erro(s) eu ficaria grato e a sua crítica não pareceria tão vazia e abstrata.

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  47. Gerardo disse:

    Comentário removido por desrespeitar regras e recomendações de postagem disponível para todos os usuários. Não são aceitas ofensas ou calúnias contra comentaristas ou personalidades, não insistam.

    PS: quem quiser caluniar o filho do ex-presidente Lula use o esgoto fornecido pelo grandes meios de comunicação. Pelo que tenho lido algumas pessoas instadas a repetir as calúnias perante o juiz, afinaram a voz e disseram que não era bem assim. Quem quiser caluniá-lo ou quem quer que seja, não tem direito de arrastar os autores desse blog para o chorume.

    “Do what you want, just dont do it around me”.
    Greg Graffin

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