Tag: Factóide

Dos Ataques Desesperados na Internet

Hoje foi o dia de lançamento, oficial e ao mesmo tempo, de um blog e perfis em redes sociais da pré-candidata Dilma Rousseff.

Após a apresentação online do blog adicionei o perfil de Dilma em uma das minhas redes de amigos… uma boa para se comunicar com a campanha da pré-candidata (mais uma delas).

Agora a pouco fui ao perfil para ler minha mensagem e foi quando deparei com uma lista imensa de ataques nos scraps do perfil de Dilma.

Os ataques seguem o mesmo roteiro: Factóides, agressões, difamações e desqualificações da candidatura.

Sintomas de desesperos.


Factóide: A inesquecível ficha falsa da Folha, sempre ela.

Os Trolls ignoram alguns detalhes, muitos deles (como o de cima) aparecem com família nas fotos, filho no colo, etc… expõem pessoas que não tem nada a ver, a princípio, com seus ataques de esgoto em redes públicas.

Ataques baixos também aumentaram em meu blog. Por incrível que pareça, apesar do pouco conhecimento de meu blog na blogosfera, há pouco mais de uma semana venho sofrendo ataques pelos comentários (mais ataques do que comentários construtivos…).

Pois bem, não dá pra ficar só reclamando quanto a isso… sabemos muito bem que só devem aumentar conforme se aproximem as eleições.

A resposta é o debate qualificado, a resposta é a neutralização destes ataques não entrando nas provocações, o que só prolonga as discussões inúteis.

Estudo de Caso: exemplo CLÁSSICO de um ataque de troll

e mais um:

Esse é o nível do debate de simpáticos a Serra, embora o PiG queira vender a ideia de que há uma igualdade nos ataques baixos ocorridos na internet.

De qualquer forma fica um registro para que isso fique restrito apenas aos pit-bulls tucanos.

Siga o autor no Twitter!

O teste de hipóteses, o desmonte e o plano B

Para entender o nível de radicalização da mídia nacional e o total descontrole de determinados jornalistas na defesa de factóides pueris é preciso acompanhar de perto certos casos, e esse assunto “reunião da lina” é simbólico para que nós possamos ver até que ponto estão dispostos a arriscar suas reputações.

A denúncia em si é auto ridicularizada desde o início, porque na entrevista original a folha, a ex-secretária disse que não tinha a data e horário, mas estariam na sua agenda pessoal, que estaria embalada por causa de mudança, e passados alguns dias, quando cobrada da agenda, a imprensa saiu em sua defesa alegando que nem todos os encontros são registrados em agendas oficiais. Ora bolas, ninguém estava falando em agenda pública e sim nas anotações pessoais onde a ex-secretária tinha afirmado inicialmente estarem anotados os registros de data e horário do encontro. Em um exercício de malabarismo intelectual inacreditável passaram a defender a hipótese que uma secretária da receita federal, com várias assessoras e secretárias, não teria anotado em lugar algum um encontro com uma autoridade pública. Será que os encontros eram guardados de cabeça?

No depoimento comemorado pelo governo, a ex-secretária não apresenta prova alguma, e a saída para os dublês de jornalistas e psicólogos era insistir que ela tinha sido “convincente”na CCJ e que não tinha “motivo” para mentir. O ponto que ainda sustentava o factóide era o “lapso de memória” da ex-secretária e seu staff, incapaz de definir o período da reunião em um intervalo de dois meses, o que contrastava com a boa memória revelada ao citar os detalhes da roupa da ministra, todos os passos dentro da casa civil e a transcrição exata do “diálogo” travado com a ministra.

Sem provas e com várias contradições o factóide tinha destino certo junto aos tantos outros que foram desmontados pelos fatos, daí cometeram o erro fatal que foi citar uma data: em matéria de O Globo do dia 20/08, a jornalista (?) Leila Swwan afirma textualmente que políticos tucanos haviam dito que a ex-secretária lhes teria afirmado em off que a data do encontro foi o dia 19 de Dezembro (Clique aqui para ler), em um teste de hipóteses após remexer na agenda pública da ministra Dilma Houssef.

Imediatamente o jornalista (sic) Ricardo Noblat põe em prática o manual do jornalismo marrom, e repercute o teste de hipóteses, dando a informação caráter de fato confirmado (Clique aqui para ler). Para Completar, hoje o Elio Gaspari, mesmo depois de ter sido descoberta a impossibilidade do encontro se dar nessa data, porque tanto a ministra como a ex-secretária não estavam em Brasília, embarca de vez na canoa furada.

O que acontece quando os criadores e repercutidores de factóides são pegos na mentira? sim, porque alguem mentiu: Leila Swwan/Noblat, o informante tucano ou a ex-secretária. Nada, fingem que não fizeram a suposição do dia 19, fazem cara de paisagem, não dão satisfação aos seus leitores como se não tivessem cometidos barrigas, e partem sem-cerimônia para o plano B, afinal eles tem certeza inalienável de que seus leitores são bestas sem senso crítico e que os demais cúmplices da imprensa vão tratar de sepultar o teste de hipóteses que não vingou.

O plano B foi anunciado justamente pelo mesmo que correu para repercutir o dia 19, como data do encontro, agora a Lina, pasmem senhores, sabe a data mas não vai dizer por medo do governo. (Regina Duarte II, a missão). (Clique aqui para ler). A cara de pau do Noblat já ultrapassou todos os limites imagináveis.

A pergunta que fica e que eles não podem silenciar é: afinal quem mentiu sobre a data do dia 19/12, Leila Swwan/Noblat, o informante tucano ou a Lina Vieira?

Siga o autor no Twitter!

Switch to our mobile site