Category Archive : Cotidiano

Quais os principais equipamentos de segurança para um encanador?

Muitas pessoas não sabem, mas a profissão de encanador acabou se tornando uma das maiores tendências dos últimos anos, levando em consideração a necessidade que as pessoas andam tendo em resolver problemas do encanamento.

Por conta disso, o mercado está sentindo uma grande falta de encanadores, ainda mais por conta da grande procura destes profissionais. Infelizmente, se tornar um encanador não é uma tarefa tão simples como algumas pessoas pensam, necessitando de uma grande gama de conhecimentos e equipamentos.

Visando a profissão e a sua grande procura no mercado, é um fato que diversas pessoas estão buscando se tornar um encanador, e portanto, as procuras na internet em relação aos equipamentos necessários e até mesmo sobre alguns procedimentos e conhecimentos estão acontecendo com maior frequência.

Pensando em auxiliar estas pessoas a se tornarem encanadores com uma maior facilidade, decidimos separar todas as informações em relação aos equipamentos necessários para que estes profissionais tenham uma maior facilidade em realizar o seu serviço.

Portanto, caso você queira aprender tudo em relação aos equipamentos necessários para se tornar um encanador, é fundamental que você se atente a todas as informações e dicas que serão citadas a seguir.

Encanadores precisam de EPIs?

Começando pelos EPIs, que é um conceito que muitas pessoas ainda desconhecem ou sentem certas dúvidas, principalmente para os encanadores, pode-se dizer que sim, tais profissionais necessitam de EPIs.

Mas afinal, você deve estar se perguntando o que é um EPI, certo? De maneira resumida, pode-se chamar de EPI um conjunto de equipamentos individual, ou seja, para somente 1 indivíduo, que busca garantir a sua segurança durante certas atividades ou práticas.

Estes equipamentos se subdividem em diversos tipos, como por exemplo: lanternas, roupas especializadas, botas, óculos, entre diversos outros. Mesmo que um encanador não acabe passando por situações extremamente perigosas, é um fato que eles ainda necessitam utilizar certas ferramentas que entregam algum perigo mínimo, e portanto, os EPIs se tornam fundamentais.

Além disso, também não poderíamos deixar de citar os riscos à saúde que um encanador acaba se submetendo ao enfrentar os problemas de encanamento e esgoto, e portanto, tais equipamentos acabam auxiliando estes profissionais a aumentarem a sua segurança e protegerem a sua saúde de problemas externos.

Quais são os principais equipamentos para a segurança desse trabalhador?

Com isso, é um fato que você já está por dentro de tudo que diz respeito aos EPIs, principalmente sobre a sua importância, não somente para os encanadores, mas para todas as profissões no geral.

Portanto, chegou o momento em que você conseguirá observar mais a fundo todos os equipamentos que são necessários para um encanador realizar o seu devido trabalho. Lembre-se que todos estes equipamentos são fundamentais, e não somente um ou outro.

De forma resumida, pode-se dizer que um encanador precisa de forma obrigatória somente os equipamentos necessários para realizar o seu trabalho no encanamento e esgoto, ou seja: um martelo, as chaves de encanamento, entre outros itens.

Entretanto, como itens de segurança obrigatórios, não existe nada na legislação brasileira falando sobre. Contudo, mesmo não sendo itens obrigatórios, é essencial que você tenha consigo os seguintes itens na hora de assumir a sua profissão como encanador: botas, óculos de proteção, roupa especializada, chapéu especializado, corda, lanterna, luvas, entre outros.

Lembre-se que acima de tudo, devemos ter a nossa saúde como prioridade, portanto, nunca faça um descaso sobre os itens de segurança dos encanadores, ou de qualquer outra profissão.

Quais riscos existem na profissão de encanador?

Para finalizar com chave de ouro, também sentimos a necessidade de falar um pouco mais sobre os riscos que um encanador acaba se submetendo ao realizar e assumir a sua profissão, portanto, se atente.

Pode-se dizer que um encanador acaba se submetendo a diversos riscos, algo que a grande maioria da população não sabe, ou até mesmo acaba esquecendo de levar em consideração, e assim, acabam fazendo pouco caso dos encanadores.

O encanamento e esgoto não são lugares limpos e higiênicos, tendo em mente que diversos produtos, impurezas e até mesmo animais acabam passando por ali, e com isso, acabam trazendo a possibilidade de transmissão de doenças bem sérias, além do desenvolvimento de problemas de saúde.

Por conta disso, caso você realmente queira se tornar um encanador, nunca deixe de levar em consideração os riscos que você acabará se submetendo, além disso, também tenha um plano de saúde bem prestigiado, para que então, você não acabe tendo maiores problemas.

Com isso, é um fato que você já está por dentro de tudo que é necessário para entender completamente a profissão de encanador, os equipamentos necessários para se tornar um, e até mesmo os riscos que esta profissão traz. Lembre-se de absorver não somente uma ou outra informação, mas sim todas, pois elas farão grande diferença para você durante a execução da profissão. Boa sorte!

O que dizer quando o cliente reclama do preço?

Todo vendedor — incluindo aquele que domina todas as dicas de negociação em vendas — sente um arrepio na espinha ao ouvir “Está caro!” após a apresentação de um produto. Mas afinal, o que dizer quando o cliente reclama do preço? Não perder a cabeça e manter a calma são imperativos.

Porém, além dessas duas ações essenciais, você pode contar com alguns truques na manga para encontrar as melhores respostas. Quer conhecer cada um deles? 

Continue lendo este artigo!  

O que dizer quando o cliente reclama do preço? 7 possibilidades

O domínio da arte da negociação vai muito além do script comercial. É preciso captar detalhes sobre o perfil do cliente, entender o que ele quer comunicar com a objeção e, só a partir daí, elaborar uma resposta. 

Para te ajudar a identificar algumas das possibilidades e saber o que dizer quando o cliente reclama do preço, separamos 7 caminhos que ajudam a contornar esses obstáculos e reforçar seus argumentos de vendas.

  1. Caro em relação a que?

Trazer à tona a ideia de comparação pode ser interessante quando o cliente reclama do preço. A indagação, que parece simples, pode levar o potencial comprador à reflexão, fazendo-o relativizar os benefícios do produto em comparação a seu preço.

Além disso, a pergunta também pode ajudá-lo a colocar serviços semelhantes em perspectiva, dando ao vendedor a deixa necessária para retomar os aspectos diferenciais que agregam valor àquilo que é oferecido.  

  1. Quais eram as suas expectativas em relação a este preço? 

Fazer um alinhamento de expectativas é outra forma de convidar o cliente à reflexão. Ele realmente pensou sobre isto antes? 

Caso a resposta seja afirmativa e o consumidor realmente acredite que este produto, com estas características e funcionalidades, não vale o preço cobrado, cabe ao vendedor ponderar se vale a pena insistir ou se é melhor oferecer novos itens (com preços menores) ao cliente. 

  1. Me explique um pouco mais sobre essa sua opinião?

Quando solicita ao cliente que seja mais específico na resposta, o vendedor faz uma provocação, estimulando o cliente a tentar destrinchar sua opinião que, em alguns casos, não está fundamentada em argumentos claros. 

Neste caso, a possibilidade é que o cliente não saiba como explicar, ou que, caso explique, abra um precedente para que o vendedor destaque os pontos que valorizam o que é ofertado, justificando o preço cobrado. 

  1. Permita-me te explicar a composição do nosso preço

Este é o momento em que o vendedor contextualiza seu potencial cliente sobre a complexidade da cadeia produtiva atrelada àquele produto. 

Se houver, por exemplo, uma matéria-prima originária da agricultura familiar, ou mesmo de um processo produtivo específico e detalhado isso deve ser exposto como um grande diferencial daquilo que é ofertado.

  1. Realmente, nosso preço não é o mais baixo do mercado. Vou te explicar o por quê. 

Aproveite este momento para criar valor para o cliente. Mostre a diferença entre comprar um produto e comprar uma solução e evidencie o seu negócio como um “solucionador de problemas”. 

Use este momento para fortalecer suas vantagens competitivas e para mostrar, sem precisar depreciar a concorrência, que a sua oferta está repleta de valor agregado. 

  1. Pense comigo: ao comprar nosso produto, você também está levando…

O que dizer quando o cliente reclama do preço? Reforce as suas qualidades! 

Mostre a ele que, além de obter um produto competitivo, ele também está pagando por um atendimento exemplar (que começa, é claro, com a sua abordagem), um suporte disponível e atento às necessidades do cliente, uma equipe focada na melhoria dos processos e produtos, um time de pós-venda que conhece suas demandas e fará de tudo para garantir uma experiência completa e agradável. 

  1. Não se preocupe! Temos outros produtos para te oferecer. 

Se você perceber que o preço é, de fato, um impeditivo para a conclusão da compra, mude o disco! Parta para a apresentação de outros itens do catálogo de produtos, mais simples e, consequentemente, mais baratos. 

Mas não desanime! Mantenha a postura e o bom humor durante toda a apresentação, e mostre que até mesmo sua linha mais simples é capaz de solucionar as demandas dos consumidores. 

A tendência é de que, após visualizar diferentes opções, o potencial cliente opte por uma delas, ainda que não seja a mais cara, e que você feche a venda, ainda que não com a comissão máxima. 

Seu cliente reclamou do preço? Antes de responder, faça isto! 

Saber o que dizer quando o cliente reclama do preço é difícil, especialmente quando nos deixamos levar pela irritação da barganha. 

Antes de responder a esta, que é uma das mais clássicas objeções de vendas, respire fundo. Pense que, em muitos casos, esta é uma resposta automática, e que cabe a você, vendedor, “recapitular” as vantagens que seu produto ou serviço oferece para reforçar o valor da venda. 

Além de manter seu foco, recomendamos que você busque em sua memória informações que permitam uma resposta personalizada e alinhada àquilo que o consumidor deseja, Atenção? Reforço da credibilidade da marca? Apresentação de provas sociais? Tudo isso pode ajudar a reverter a clássica objeção do “está caro” e a entender o que dizer quando o cliente reclama do preço. 

Este artigo foi escrito por Júlio Paulillo, Co-founder e CRO do Agendor, uma plataforma de CRM que atua como um assistente pessoal para equipes de vendas, dando visibilidade e controle na gestão desde o primeiro dia de uso.

Complexo Tatuapé terá rampas, atletas de skate e caça ao tesouro no Dia das Crianças

Shoppings também promoverão Meet&Greet com atletas Dora Varella, Ítalo Penarrubia e Matheus Mello

O Complexo Tatuapé – formado pelos Shoppings Metrô Tatuapé e Metrô Boulevard Tatuapé – dá início às ações para o Dia das Crianças no dia 30 de setembro, com uma programação radical com o evento Sandro Dias Fun. Até o dia 17 de outubro, das 12h às 20h, quem passar pelo Shopping Metrô Tatuapé terá acesso gratuito à pistas de fingerboards (skate de dedo), minipista street, slackline e skate de mola.  Já no Shopping Metrô Boulevard Tatuapé, o público poderá brincar na minirrampa, skate de mola, e nas pistas de fingerboards no espaço que será montado na Praça de Eventos, no Piso Térreo.

O Complexo Tatuapé também promoverá Meet&Grett, das 14h às 19h, com os atletas Dora Varella (finalista da Olimpíada de Tóquio 2020) e Ítalo Penarrubia (recordista do aéreo mais alto da história dos X-Games), no dia 1 de outubro, Matheus Mello (skatista profissional) no dia 7 de outubro. “Quisemos trazer para a Zona Leste uma programação especial para toda a família, com total conexão com a mais nova paixão dos pequenos, com o sucesso da modalidade nas Olimpíadas”, explicou Karen Cruz, gerente de Marketing do Complexo Tatuapé.

Além das atividades, os shoppings também terão espaços instagramáveis com o tema, distribuição de tatuagens adesivas, exposição de fotos do skatista Sandro Dias, o Mineirinho. O público ainda poderá se divertir nas oficinas temáticas aos finais de semana e no dia 12 de outubro.

Caça ao Tesouro Pirata

Para os pequenos que adoram descobertas e aventuras, durante os dias 7 e 12 de outubro, das 12h às 20h, o Complexo Tatuapé também promoverá a Caça ao Tesouro Pirata. A atividade, que também é gratuita, promete muito entretenimento, no qual as crianças serão ajudantes de dois marujos em busca de um precioso tesouro. Para isso, receberão cinco pistas durante o trajeto, cada uma com um vídeo que indica o próximo passo. No final da aventura, as crianças encontrarão o tesouro e poderão levá-lo para casa. O ponto de partida da brincadeira será em frente à loja Ri Happy, Piso Superior.

A atividade é limitada para até 200 crianças por dia, e é necessária a retirada de senha com antecedência no local.

Serviço:

Sandro Dias Fun

Shopping Metrô Tatuapé

Data: 30 de setembro a 17 de outubro de 2021

Horário: das 12h às 20h

Onde: Portaria 2 – Estacionamento Externo.

Endereço: Rua Dr. Melo Freire, Tatuapé – São Paulo, SP.

Gratuito

 Serviço:

Sandro Dias Fun

Shopping Metrô Boulevard Tatuapé

Data: 30 de setembro a 17 de outubro de 2021

Horário: das 12h às 20h

Onde: Praça de Eventos – Piso Térreo.

Endereço: Rua Gonçalves Crespo, 78, Tatuapé – São Paulo, SP.

Gratuito

 Serviço:

Oficinas Infantis

Data: 2, 3, 9, 10, 11, 12, 16 e 17 de outubro

Horário: das 12h às 20h

Onde: Shopping Metrô Tatuapé – loja ao lado da operação Garbo (piso Metrô) | Shopping Metrô Boulevard Tatuapé – loja em frente à operação Beleza Natural (2º piso)

Gratuito

 Serviço:

Caça ao Tesouro Pirata

Data: 7 a 12 de outubro de 2021

Horário: das 12h às 20h

Onde: Em frente loja Ri Happy

Gratuito

Sobre o Complexo Tatuapé

O Complexo Tatuapé foi criado a partir da unificação dos shoppings Metrô Tatuapé (1997) e Metrô Boulevard Tatuapé (2007). Os dois empreendimentos formam um dos maiores polos de compras, lazer e entretenimento de São Paulo. Interligado à Estação Tatuapé do metrô e da CPTM, bem como a um terminal de ônibus, o Complexo Tatuapé segue com rigor todas as medidas do protocolo de reabertura dos shoppings aprovado pela Prefeitura de São Paulo. Administrado pela AD Shopping, também conta com serviços diversos, como drive-thru, vitrine virtual, laboratório de análises clínicas e consultório odontológico.

A sua vida está sendo guiada por padrões repetitivos?

Saiba por que você vive em um “looping”

Você tem sempre os mesmos tipos de relacionamentos, problemas financeiros que se repetem todos os meses da mesma forma e relações de trabalho idênticas, independente da empresa em que preste serviços? Apesar de achar que isso é uma coincidência e de tentar, inúmeras vezes, culpar fatores externos, esse “looping” está relacionado às suas crenças e “programinhas” internos que determinam o modo como é regida a sua vida.

Para algumas pessoas, embora haja o desejo de mudar a sua situação atual nos relacionamentos, vida financeira e ambiente profissional, as ocasiões vividas são repetitivas. Desse modo, muitas vezes surgem frustrações, pois a pessoa, por mais que tenha a intenção e algumas vezes a atitude a fazer diferente, o “looping” é sempre o mesmo.

De acordo com Juliana Villordo, terapeuta especialista em terapias holísticas, “esse ‘looping’ presente na vida de muitas pessoas está associado à crenças e a padrões familiares”. Por exemplo, se uma pessoa desconfia muito de tudo e todos, ela vai emitir frequências de desconfiança que muito provavelmente serão validadas por meio de traições, pois tudo aquilo que sai do nosso campo vibracional em forma de ondas de informação, retorna para nós.

Por isso, é importante a busca do autoconhecimento, pois sem saber quais são os padrões que regem a nossa vida será muito difícil conseguir uma mudança. Villordo afirma que por meio da técnica terapêutica Thetahealing é possível identificar essas crenças pela origem e tratá-las de forma a ressignificá-las.

“Independente se esse padrão surgiu na infância ou em algum outro período da vida, a partir do momento que o identificamos, podemos saber o porquê de mantê-lo em existência, o porquê da dificuldade de mudar e também se existe algum ganho secundário em mantê-lo. A partir daí, podemos ressignificar, ter um novo olhar e ter novas experiências de vida”, afirma a profissional.

Idosos ficam mais digitalizados, e apps crescem entre público com mais de 60 anos

Transações bancárias, contato com familiares e mercado online aparecem entre as funcionalidades utilizadas com mais frequência entre eles

O Brasil está mais conectado, e o mérito não é só da geração Z. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2020, elaborada pelo Cetic.br, o número de pessoas com mais de 60 anos digitalizadas deu um salto de 34%, em 2020, para 50%, neste ano. Uma das justificativas para esse aumento é a pandemia da Covid-19, que fez com que muitos passassem longos períodos isolados em casa. Mas a comodidade dos serviços por aplicativo e sites já vinha ganhando espaço entre esse público desde muito antes da crise da Covid-19.

Em alguns segmentos, esse público tem ganhado aplicativos próprios, focados em transporte, supermercado e saúde, por exemplo. Porém, mesmo aplicativos disponíveis para o público geral há mais tempo têm sentido uma participação mais ativa desse grupo, como é o caso da Wise (ex-Transferwise), empresa de tecnologia financeira global especializada em envio de dinheiro internacionalmente, fundada há mais de uma década. De acordo com dados da fintech, 12% dos clientes brasileiros têm mais de 61 anos.

Filhas na Europa e transferências internacionais na palma da mão

A funcionária pública municipal Jorcelina Gracino, de 69 anos, é um deles e ficou mais online há seis anos, quando viu as duas filhas irem morar na Espanha. O reencontro presencial só aconteceu em julho deste ano, e ao longo desse intervalo ela aproveitou as funcionalidades dos aplicativos para falar sempre com a família e mandar dinheiro para elas quando necessário.

“Agora sou avó de seis netos, então de vez em quando minhas filhas pedem uma ajudinha para as contas de casa ou para comprar alguma coisinha para eles. Procuro mandar um dinheiro todo mês”, comenta Jorcelina, que usa o aplicativo da Wise para transferir valores.

Ainda que esteja acostumada a fazer transferências digitais há anos, ela também se viu fazendo uso de mais aplicativos durante a pandemia. Durante os seis meses que ficou sem sair de casa, aproveitou os marketplaces para renovar os eletrodomésticos. “Tudo que eu precisava trocar eu pedia por sites e aplicativos – como uma chaleira nova, por exemplo”, explica.

Aulas e terapia online para evitar contágio

A implementação de medidas mais rigorosas na pandemia também afetou outros hábitos entre o público com mais de 60 anos. A professora aposentada Christina Skaf, de 67, decidiu migrar as aulas de pilates e italiano para o online, além de começar terapia. “Faço aula particular de italiano com uma professora que está, neste momento, na Itália. Também comecei a fazer terapia durante a pandemia, e nem eu nem minha terapeuta queremos voltar ao presencial. Ela, inclusive, só está atendendo online, e alguns dos pacientes estão fora do Brasil”, conta. Mesmo com a flexibilização, o formato virtual continua como seu preferido. “Eu acho maravilhoso, me habituei. Em casa eu fico relaxada, não preciso levantar mais cedo, pegar o carro, procurar lugar para estacionar, gastar com combustível.” Fora os novos hábitos, Christina também faz parte do grupo que maratonou lives durante o isolamento.

Além de ter acesso a mais serviços, um dos principais motivadores para os idosos se conectarem é se informar sobre economia, política, esportes e outros assuntos, segundo uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O levantamento também indica que o percentual de pessoas com mais de 60 anos no Brasil que estão online cresceu de 68%, em 2018, para 97%, em 2021.

“Hoje eu me baseio muito em notícias publicadas em veículos de imprensa e compartilhadas pelo meu círculo de amigos nas redes sociais. Eles são muito engajados. Antes eu acompanhava jornais televisivos, mas agora não mais, acabo utilizando mais a internet”, pontua Christina.