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O que avaliar quando precificar um veículo? – Confira 3 dicas

O que avaliar quando precificar um veículo? Quais são os critérios que devemos levar em conta na hora de colocar o preço em um carro? É possível copiar o preço da tabela Fipe e colocar no anúncio? O que devemos descontar de acordo com o estado do carro em questão? Falaremos sobre tudo isso hoje.

Comprar ou vender um veículo nunca foi tão difícil como nos dias atuais. Acontece que devido a grande recessão econômica pela qual estamos passando, causada principalmente pela crise sanitária global, prejudicou e muito a indústria de veículos ao redor de todo o mundo, principalmente a automotiva.

O fato das montadoras atrasarem cerca de 2 anos a produção fez com que o preço dos 0km disparasse: um “carro popular” está na faixa dos R$60.000,00. O mesmo ocorreu com os seminovos, que aumentaram de preço devido à busca inesperada por carros usados, de uma hora para outra. Para se ter uma noção, um Corsa sedan 2004 que era vendido por R$10.000,00 está custando quase R$20.000,00.

Porém, ainda sim o mercado continua ativo, melhorando aos poucos devido à queda da inflação e do dólar em relação ao real, mesmo que seja uma queda pequena. É por isso que, no conteúdo de hoje, vamos falar a você sobre o que avaliar quando precificar um veículo, para que possa colocar um valor de acordo com o carro, moto ou outro tipo de veículo que esteja pensando em vender. Leia com a gente, vamos lá!

O que avaliar quando precificar um veículo?

Avalie de acordo com a tabela Fipe

A tabela Fipe sempre será o principal indicador de preço de um veículo. Nada é mais correto do que precificar sua venda do que copiar o preço do veículo do índice em questão. É claro, é necessário que seu carro esteja em bom estado de conservação para ser cobrado pelo mesmo valor da Fipe.

Estado de conservação do veículo

O que avaliar quando precificar um veículo? Como mencionado anteriormente, o estado de conservação de um veículo é crucial para a venda de acordo com o preço da Fipe. Aliás, um carro bem conservado, com todas as peças originais e a depender da região em que está sendo vendido, pode ser anunciado por um valor até mesmo superior ao cobrado pela Fipe.

Dessa forma, você não somente recebe um valor justo pelo bem móvel, como também recebe um “extra” por cuidar bem de seu carro ou moto. Por outro lado, se estiver faltando peças, mal cuidado, entre outros problemas, é natural que o comprador queira descontar do valor da tabela Fipe aquilo que irá gastar para regularizá-lo.

A região onde o veículo está sendo vendido

Como mencionado anteriormente, você poderá cobrar a mais do que está no valor da tabela Fipe de acordo com a região em que você mora. O que avaliar quando precificar um veículo? Os anúncios do mesmo modelo de seu veículo, em páginas de Facebook e até mesmo do Mercado Livre.

O Facebook Marketplace costuma ser uma ferramenta mais útil nesses casos, pois consegue alcançar microrregiões. Você pode definir sua pesquisa pelo veículo via quilometragem, o que lhe dá a chance de encontrar, por exemplo, carros igual ao seu sendo vendidos na sua cidade ou cidades vizinhas.

Com isso, é possível analisar, por exemplo, o quanto estão cobrando por carros muito bem conservados e com peças originais. Se eles estão acima da Fipe e o seu se enquadra nestes quesitos, então poderá copiar o valor ou cobrar um pouco abaixo, para facilitar sua venda. Essas foram as nossas dicas sobre o que avaliar quando precificar um veículo. Esperamos ter ajudado você com suas dúvidas. Até a próxima

Quais cuidados você deve ter ao trocar o pneu do carro?

Aparentemente, trocar o pneu do carro parece ser algo simples, sem segredo algum. Entretanto, quando perguntamos para um grupo de pessoas onde quase todos têm um veículo, você ficaria assustado pela quantidade de pessoas que não tem a mínima ideia de como trocar um pneu de forma segura ou mesmo de como começar.

Quando não trocamos o pneu, além de atentar contra a segurança, isso afeta o desempenho do veículo e pode causar muitas dores de cabeça com a fiscalização.

Quando é a hora de trocar os pneus?

Os pneus apresentam um indicador visual de vida útil conhecido como TWI (Tread Wear Indicator) e ficam geralmente horizontalmente entre os sulcos do pneu.

Quando a altura da banda de borracha é igual a altura do TWI, é a hora de trocar o pneu. Temos que atentar também que a partir da data de fabricação contando 5 anos, também é necessário fazer essa troca.

Se não houver reposição dos pneus em 10 anos após a fabricação, por mais que eles estejam em boas condições, recomenda-se a troca por pneus novos. O mesmo se aplica para os estepes.

Algumas vezes, um pneu se desgasta mais do que os outros. O motivo desse desgaste irregular tem inúmeros fatores como a distribuição de carga dentro do veículo, qualidade do terreno, alinhamento, experiência do condutor, balanceamento entre outras coisas.

O que acontece se eu não trocar o pneu?

Além de correr o risco de sofrer um acidente grave, inúmeras outras coisas podem acontecer, por exemplo:

Impactos no desempenho

Pneus desgastados exigem que o veículo consuma mais combustível, óleo lubrificante e há um impacto maior nos amortecedores pelo esforço que o veículo necessita desempenhar.

Instabilidade

O uso de pneus carecas ou em péssimas condições, oferece risco de derrapagens ou mesmo furar, podendo causar acidentes fatais e/ou a perda da carga transportada.

Problemas com a fiscalização

Andar com veículos que necessitam de troca ou mesmo manutenção dos pneus pode causar dores de cabeça com multas e apreensões.

Dependendo da infração isso custará além de multa alta, vários pontos na carteira, advertência e apreensão da carga em caso de transportadora.

Cuidados com os pneus

Para garantir uma vida longa dos seus pneus alguns cuidados devem ser levados em consideração:

  • Sempre faça semanalmente a calibragem;
  • Faça o rodízio dos pneus conforme o indicado no manual de seu veículo;
  • Evite frear bruscamente;
  • Lubrifique os parafusos dos pneus, isso evita a ferrugem e facilita na hora da troca;
  • Evite excesso de carga;
  • Utilize pneus apropriados para cada tipo de terreno;
  • Fique atento com as formas de desgaste no pneu, o alinhamento e o balanceamento.

As etapas na troca do pneu

Para fazer a troca do pneu você irá necessitar do triângulo, da ferramenta para tirar os parafusos (chave de roda), estepe e o macaco.

1ª Etapa: colocar o triângulo com a parte refletora na direção do fluxo da via, a uma distância segura do veículo. Essa distância dependerá da velocidade máxima permitida na via. Por exemplo, se a velocidade máxima for de 60km/h, o triângulo deve ser colocado a 60 passos largos do carro, para sinalizar para os condutores que você está com problemas e que é necessário passar com cautela pela região. Em tempos chuvosos ou com neblina essa distância deve ser dobrada.

2ª Etapa: colocar o macaco em cima do sulco existente na parte de baixo do automóvel. Esse sulco existe para indicar o local correto que se deve acoplar o macaco. Depois do acoplamento tudo deve estar bem firme.

3ª Etapa: com a chave de roda, desaperte os parafusos sem tirá-los do pneu, use sempre o sentido anti-horário para isso.

4ª Etapa: depois de afrouxar os parafusos, levante o carro até uma altura que você consiga retirar o pneu facilmente.

5ª Etapa: retire com a mão mesmo os parafusos.

6ª Etapa: tire o pneu e coloque o estepe sempre alinhando com os buracos dos parafusos.

7ª Etapa: coloque os parafusos de volta sem apertar muito.

8ª Etapa: desça o carro.

9ª Etapa, aperte os parafusos (sentido horário) seguindo uma ordem de cruz, isso fará com que o pneu fique bem preso no carro.

Depois de finalizar a troca nunca esqueça de guardar todas as ferramentas utilizadas, inclusive o triângulo.

Quando realizar a troca de pneus em oficinas ou com algum profissional sempre prefira o uso do torquímetro com as especificações corretas para fazer os ajustes de torque nos parafusos e porcas.

As ferramentas pneumáticas, quando utilizadas para a mesma finalidade, tendem a apertar muito causando danos nas rodas, nos próprios parafusos e porcas ou mesmo impossibilitando a troca do pneu posteriormente.

Então, gostou de saber das dicas de como trocar os pneus e da importância de fazer isso?

Deixe um comentário abaixo, compartilhe essas informações e aproveite para clicar aqui e acessar o seguro de automóvel com o melhor custo benefício do mercado atualmente!!

Partes mais importantes da manutenção de motocicletas

Ter a sua moto em perfeitas condições é muito importante para prolongar a sua vida útil e, porque não, para improvisar uma viagem com os seus amigos.

Muitas vezes nossa moto precisa de pequenos reparos mecânicos que todo bom motociclista deve saber fazer. Dessa forma, teremos mais chances de gerenciar com sucesso quaisquer contratempos em uma jornada e, por que não dizer, sempre economizaremos nosso dinheiro por não precisarmos ir à mecânica com tanta frequência.

Muitos têm optado por aluguel moto para trabalho, já que por vezes a manutenção recorrente da motocicleta, somado aos custos com IPVA, seguro, riscos de acidentes, etc, tende a serem maiores que o preço do aluguel. Também não há o problema de ficar sem trabalho enquanto a moto está na oficina.

Mas se você tem sua moto, vamos ver como garantir que a manutenção que voce faça seja a melhor possível.

USE FERRAMENTAS ADEQUADAS E DE QUALIDADE

A primeira coisa que recomendamos é que você use ferramentas adequadas para cada reparo. Além disso, que sejam de boa qualidade. Não vai resolver o nosso problema, mas vai facilitar o trabalho e também vai ajudar muito a evitar os temidos fios desfiados, o maior pesadelo de qualquer “faz-tudo”.

Dito isso, para muitos desses reparos ou “soluções rápidas”, precisaremos usar o cavalete central de nossa motocicleta. Se a nossa bicicleta não tiver este tipo de suporte, recomendamos que compre um traseiro. Existem vários relativamente econômicos.

E acredite em mim; a longo prazo você vai apreciar isso. Assim teremos mais autonomia e não precisaremos de ninguém para nos ajudar quando queremos lubrificar a corrente da moto, por exemplo.

Por outro lado, também recomendamos que, se em algum momento você não se sentir capaz de consertar sua moto ou tiver dúvidas, o melhor, obviamente, é levá-la ao nosso estimado amigo, o mecânico. Melhor isso do que “enganar”

APERTE, LIMPE E LUBRIFIQUE A CORRENTE DA SUA MOTOCICLETA

A primeira dica é ter a corrente bem lubrificada. E não apenas isso: deve estar devidamente apertado e limpo. Uma vez que é, então vamos lubrificá-lo. No canal temos um vídeo onde explicamos esse passo a passo. Se você usa sua motocicleta diariamente, recomendamos lubrificá-la a cada duas semanas.

Faça isso na parte inferior da corrente, na parte interna tomando cuidado para não respingar óleo no pneu traseiro para evitar que, posteriormente, na rua, caiamos. Se o seu pneu estiver manchado de óleo, é como pisar em vidro e pode ser muito perigoso. Apertar a corrente requer um pouco mais de habilidade. 

TROCA DE ÓLEO

O segundo trabalho mecânico que todo bom motociclista deve saber fazer é a troca de óleo da sua moto. Pode ser um pouco difícil, mas saber como fazê-lo corretamente pode nos poupar uma visita ao mecânico.

A primeira coisa que você deve fazer é verificar regularmente o nível do óleo. Para sua motocicleta, o óleo é como o sangue é para você. Um nível baixo de óleo é prejudicial para o motor. Mas, ao abastecer, nunca ultrapasse o máximo! É tão prejudicial.

Para trocar o óleo, faremos isso em alguns passos simples, prestando atenção especial na troca do filtro de óleo a cada duas trocas de óleo e na reciclagem correta do óleo. Você deve levá-lo a um centro de reciclagem depois de concluir o processo.

Também é aconselhável não girar muito o parafuso do reservatório quando a operação estiver concluída. O cárter é feito de alumínio e devemos ter cuidado com ele. E, por fim, tenha sempre em mãos a caderneta de manutenção do fabricante para saber qual tipo de óleo e quanto sua moto precisa. É uma folha de dicas muito útil.

TROCA DE LÂMPADAS

A quarta dica mecânica é a de trocar as lâmpadas da sua moto. Se você é um novato, talvez tenha dúvidas sobre isso. Novamente, consulte o manual de manutenção se houver alguma dúvida sobre o tipo de lâmpada que nossa motocicleta usa.

Geralmente, soltando alguns parafusos, podemos chegar ao farol e trocar a lâmpada. Aqui é importante não tocar diretamente no vidro da nova lâmpada para evitar que ela exploda antes de instalar, pois o óleo de um dedo cria um ponto quente.

TROQUE A BATERIA

Se a bateria às vezes falhar, pode ser que ela tenha um mau contato com um dos terminais, talvez porque esteja solto ou sujo. Para resolver basta seguir estas indicações : com o motor desligado e com a ajuda de uma chave de fendas ou chave correspondente, verifique se estão bem ligados e, se não estiverem, aperte-os.

Se detectarmos sujeira ou os terminais estiverem sulfatados, desconecte primeiro o pólo negativo e depois o positivo.

Limpe-os com bicarbonato de sódio dissolvido em água e raspe os terminais com uma escova de cerdas metálicas, este passo só é necessário se os pólos forem sulfatados, caso contrário basta uma simples limpeza.

Depois, limpe com um pano. É aconselhável aplicar uma camada de vaselina e depois ligá-las novamente: primeiro o pólo positivo e depois o pólo negativo. Mesmo assim, pode ser que a bateria esteja gasta e você tenha que trocá-la.

Neste caso, consulte novamente o livro de manutenção para o tipo de bateria compatível com sua motocicleta. Uma vez que você deseja alterá-lo, você deve desconectar novamente o pólo negativo e depois o positivo, removê-lo e colocar o novo. Fácil.

TROCANDO AS ALAVANCAS DA SUA MOTOCICLETA

E por último, todos os motociclistas devem poder trocar as alavancas da moto. Ainda que devido a uma queda e que tenham partido ou simplesmente não goste dos que instalou na moto e queremos trocá-los.

Para removê-los usaremos uma chave 10 (pode variar de acordo com o modelo da motocicleta) e uma chave de fenda larga o suficiente para o trabalho. Remova o parafuso, solte o regulador de tensão e remova o cabo, para montá-los, faça a ação inversa.

Um conselho, ao recolocar o parafuso, recomendamos não apertá-lo demais para que a alavanca não fique muito rígida. Se você tiver alguma dúvida sobre o torque, consulte o livro de manutenção.