Autor: Ponto e Contra Ponto Notícias

Como tratar um cliente chato? Descubra como lidar com esse tipo de cliente a partir de 8 dicas

Nem tudo são flores no mundo das vendas. Às vezes, o vendedor precisa ter bastante jogo de cintura para lidar com aqueles clientes bem chatos e muitas vezes grosseiros.

A fim de evitar desgastes no relacionamento, existem algumas boas práticas que podem ser implementadas ao atender esse tipo de cliente.

Convidamos você a prosseguir com a leitura deste conteúdo para descobrir nos próximos parágrafos 8 dicas fundamentais de como tratar um cliente chato e manter um relacionamento comercial com ele, fechando vendas e mantendo-o fiel à sua empresa:

  1. Investigue a situação do cliente por meio de perguntas;
  2. Adote a escuta ativa com seus clientes chatos;
  3. Tenha empatia pelo cliente durante o atendimento;
  4. Preze pela agilidade e eficiência no atendimento;
  5. Não minta para o cliente;
  6. Mantenha a calma e não se altere;
  7. Não leve a discussão para o lado pessoal;
  8. Repasse o cliente para algum superior, quando necessário.

Clientes chatos são difíceis de atender, mas existem outras que também dificultam a sua venda, saiba mais sobre eles:

https://agendor-blog-uploads.s3.sa-east-1.amazonaws.com/2016/08/20153711/38-Os-6-tipos-de-clientes-e-o-que-esperar-de-cada-um.jpg 

Como atender um cliente chato? 8 dicas que ninguém te contou ainda

É claro que ninguém gosta de ter que lidar com gente chata. Mas, nas vendas, são ossos do ofício.

Nem todo cliente será amável, paciente e extremamente educado ao fazer uma solicitação de suporte, esclarecer uma dúvida ou fechar negócio.

Para te ajudar, separamos aqui algumas 8 dicas que ninguém te contou ainda sobre como tratar um cliente chato.

1 – Investigue a situação do cliente por meio de perguntas

A primeira dica de como atender um cliente chato consiste em fazer perguntas de modo a entender o problema que ele tem enfrentado.

Dessa forma, ele vai perceber que você está interessado em ajudá-lo e pode ser que ele fique um pouco menos chato durante o atendimento.

Uma técnica muito usada para isso é o Spin Selling, que consiste em fazer perguntas de situação, de problema, de implicação e de necessidade.

2 – Adote a escuta ativa com seus clientes chatos

Esta dica é válida para todos os clientes, mas principalmente para os chatos. Esse tipo de cliente gosta de ser ouvido.

Portanto, pratique a escuta ativa e dê ouvidos a todo o desabafo do seu cliente. Depois, repita tudo o que ele disse se estivesse fazendo um resumo, assegurando que você entendeu a solicitação.

Ouvir o cliente, seja ele chato ou não, sempre é importante. Veja mais sobre isso nesta dica do Raul Candeloro, diretor da Revista Venda Mais:

https://www.youtube.com/watch?v=AXzrJEaPAKI 

3 – Tenha empatia pelo cliente durante o atendimento

A empatia é uma grande virtude no mundo das vendas. Saber se colocar no lugar do seu cliente chato te ajudará a entender melhor os problemas enfrentados por ele e, assim, sugerir soluções mais eficazes.

4 – Preze pela agilidade e eficiência no atendimento

O cliente chato tende a ficar mais chato ainda se o atendimento que procura for muito demorado e ineficiente.

Portanto, busque identificar e resolver os problemas do cliente o mais rápido possível. Evite alongar o atendimento para além do necessário.

5 – Não minta para o cliente

Outra dica valiosa de como tratar um cliente chato é sempre ser honesto e sincero com ele. Prometer o que você não pode cumprir ou mentir para amenizar determinada situação não é a melhor alternativa para lidar com esse tipo de cliente.

Seja o mais transparente possível com o cliente. Explique tudo o que ele precisa saber para que ele possa tomar decisões bem informadas.

6 – Mantenha a calma e não se altere

Um cliente chato é capaz de tirar o vendedor do sério e fazer ele perder a paciência, a calma e a razão durante o atendimento.

Sendo assim, evite se alterar, não eleve o tom de voz e mostre que você está lá para ajudá-lo. Caso contrário, você pode não só perder esse cliente como também manchar a reputação da empresa.

7 – Não leve a discussão para o lado pessoal

Quando o cliente estiver sendo muito chato e grosseiro durante o atendimento ou a condução de uma negociação, não leve isso para o lado pessoal. Caso contrário, você enfrentará uma dificuldade ainda maior para lidar com esse tipo de cliente e encontrar a solução que ele precisa.

8 – Repasse o cliente para algum superior, quando necessário

Há casos em que o cliente é tão chato que fica impossível dar continuidade ao atendimento.

Quando a situação chegar a esse extremo, transfira esse cliente para o seu gerente ou coordenador. Exponha para seu superior tudo o que foi tratado até então e ele saberá como conduzir o atendimento.

Mas faça com tato, para que o cliente não se sinta desprezado para você, ou que esteja se tornando um problema para a empresa.

E então, o que você achou das nossas 8 dicas de como atender um cliente chato?

De fato, essa não é uma tarefa fácil. Mas se você seguir as recomendações que trouxemos neste artigo, você conseguirá lidar com esse tipo de cliente com mais serenidade de eficiência.

E se você quer  asi algumas dicas de como lidar com um tipo específico de cliente catho, confira este vídeo do palestrante Thiago Concer:

https://www.youtube.com/watch?v=afDFeF_o8Z0 

Este artigo foi escrito por Júlio Paulillo, Co-founder e CRO do Agendor, uma plataforma de CRM que atua como um assistente pessoal para equipes de vendas, dando visibilidade e controle na gestão desde o primeiro dia de uso.

O que é CRM de vendas? Entenda o conceito e as vantagens de investir nessa ferramenta

Existem diversas estratégias focadas em melhorar o relacionamento entre empresas e consumidores, e com tantos avanços na tecnologia e também no formato de consumo, muitas dessas técnicas foram automatizadas, como, por exemplo, o CRM nas vendas. E você sabe o que é CRM de vendas?

O Customer Relationship Management, popularmente conhecido como CRM, é uma forma auxiliar setores de vendas, marketing, suporte e atendimento, por meio de um software, que ajuda no gerenciamento de contas, leads, oportunidades de vendas e muito mais.

O uso de CRM pode ser determinante para o sucesso dos negócios, e isso fica evidente quando avaliamos que 75% dos clientes se dispões a gastar mais com empresas que oferecem uma boa experiência, como mostrou o CX Trends Report 2021, e é exatamente para isso que serve a ferramenta de CRM de vendas.

Considerando toda essa importância, reunimos neste conteúdo um pouco sobre o conceito de CRM. Boa leitura!

O que é CRM de vendas?

O Customer Relationship Management, conhecido pela sigla CRM, é o processo de gestão de relacionamento com o cliente, realizado por meio de um software que possibilita a administração de dados dos consumidores de formar automatizada.

Ao contar com um software CRM de vendas, as empresas passam a atender melhor os consumidores, atingir diversos perfis de compradores, e economizar tempo e dinheiro, sendo essa ferramenta utilizada essencialmente para atingir o sucesso do cliente.

É muito importante entender o que é CRM de vendas, pois só assim a utilização de uma plataforma para armazenar dados ligados a preferências, históricos de compras, interações com a empresa, dentre outras informações dos consumidores, passam a ter relevância e gerar insights valiosos para os profissionais de vendas em suas conversões.

Leia também: Quais são os objetivos do CRM? Entenda como essa solução pode ajudar sua empresa.

Diferenciando o conceito de CRM do sistema CRM

O conceito de CRM diz respeito a gestão de relacionamento com o cliente, que envolve os setores de vendas, marketing, atendimento e pontos de contato. Trata-se de uma estratégia totalmente ligada a oferta da melhor experiência ao comprador.

Já o sistema CRM é a tecnologia que torna possível o gerenciamento de todas as informações do consumidor, sendo geralmente um software CRM de vendas, onde são reunidos todos os dados para gerenciar os leads e oportunidades em uma mesma plataforma.

Qual a importância de um CRM de vendas para uma empresa?

Após entender o que é CRM de vendas, a importância de contar com um software de gestão de CRM fica evidente, principalmente para empresas com dificuldades em fidelizar consumidores.

Independentemente do porte da empresa, gerenciar todos os contatos de forma manual atualmente, pode não ser uma estratégia de relacionamento inteligente, principalmente considerando a abundância de ferramentas automatizadas criadas para facilitar esse processo. 

Utilizar a gestão de CRM pode:

  • aumentar o follow-up de vendas;
  • auxilia na integração de setores;
  • gerar relatórios precisos e sempre atualizados;
  • melhorar vendas;
  • melhorar o relacionamento com os clientes;
  • tornar a produtividade mais sustentável;
  • tornar o planejamento estratégico mais inteligente;
  • dentre outros importantes benefícios.

4 formas de aplicar a gestão de CRM

Um software CRM de vendas, conta com diversas funcionalidades, que podem ser aplicadas individualmente, ou de forma integrada, sempre avaliando que quanto maior for essa integração, melhor será a chance da gestão de relacionamento dar certo.

  1. Operacional

A gestão de CRM, quando usada de forma operacional, serve para avaliar problemas que possam recair sobre o atendimento ao cliente, pós-venda, suporte e help desk. O grande intuito é criar novas soluções, a partir dos dados armazenados no software CRM de vendas.

  1. Analítica

Quando se entende o que é CRM de vendas, optar pela forma analítica de gerenciamento de relacionamento auxilia na identificação das necessidades dos consumidores, por meio dos dados coletados e armazenados em relatórios.

Com o método analítico, é possível personalizar todo o contato de atendimento e vendas, para que seja oferecido ao comprador exatamente aquilo que ele procura.

Temos um texto sobre como um relatório de CRM pode tornar a análise de dados de atendimento mais estratégica. Confira!

  1. Colaborativa 

A utilização de um CRM de vendas de modo colaborativo, permite a união de dados operacionais e analíticos, e soma esforços dos setores de vendas, marketing, pesquisa, desenvolvimento e suporte, no objetivo comum de atender as necessidades do cliente.

  1. Estratégica

A análise de relacionamento mais estratégica, une o CRM a metodologia SWOT, avaliando as forças e fraquezas, oportunidades e ameaças da empresa, unindo esses direcionamentos ao uso das demais formas de aplicar a gestão de CRM. Tudo sempre com o foco no cliente.

Principais sinais para investir em um CRM de vendas

Se mesmo depois da explicação sobre o que é CRM de vendas você ainda tem dúvidas se deve ou não investir nessa ferramenta estratégica em seu negócio, veja a seguir alguns sinais que podem indicar a necessidade de um CRM de vendas na sua empresa.

  • Seu sistema de registros não está acompanhando o crescimento da sua empresa.
  • Você não consegue encontrar registros de atendimentos antigos.
  • Seus registros ainda são feitos em planilhas e cadernos.
  • Você tem um sistema que armazena os dados dos seus clientes, mas ele não funciona de forma omnichannel.
  • O atendimento da sua empresa recebe muitas reclamações.
  • Seus agentes de atendimento não tem acesso a todas as informações do cliente.
  • Suas vendas não crescem.
  • Seus clientes não voltam a consumir seus produtos.

Esses são apenas alguns dos sinais que podem determinar a necessidade de um CRM de vendas, e contar com essa ferramenta pode se tornar um grande diferencial de relacionamento para as empresas. 

As soluções de CRM melhoram a comunicação interna e externa dos negócios, tornam o armazenamento das informações de clientes mais seguros e organizados, e possibilitam um monitoramento de vendas muito mais eficiente, portanto, investir nessa ferramente pode se tornar uma grande vantagem competitiva.

Esse artigo foi escrito pela Zendesk, empresa responsável pela criação de softwares de suporte, vendas e engajamento que têm o objetivo de melhorar o relacionamento de empresas com seus clientes.

O que são criptomoedas? TUDO o que você precisa saber para iniciar nesse mercado!

Com certeza, você já deve ter ouvido falar, mas saberia explicar o que são criptomoedas, como esses “bichinhos virtuais” sobrevivem e para que servem? Não? Sem problemas. Criamos este artigo justamente para falar sobre isso!

Criptomoedas são moedas digitais. De uma maneira bem resumida de explicar, é possível dizer que são uma espécie de dinheiro que só existe no mundo online e que tem valorização e regras próprias.

Ativos digitais, moeda virtual, criptoativos ou apenas cripto são outros termos que você encontrará para definir o que são criptomoedas, mas saiba que são somente variações da palavra, e todos significam praticamente a mesma coisa.

“E Bitcoin também é, né?”, você deve estar pensando agora. Sim e não. Na verdade, o Bitcoin é um tipo de cripto, mas, por ser a primeira, se tornou a mais famosa e, por consequência, alguns acham que é sinônimo de criptomoeda. 

Mas, assim como ele, existem diversas outras moedas virtuais que vale a pena conhecer e trazer para a sua carteira (digital, diga-se de passagem).

Quer saber quais são? Então, continue a leitura deste artigo para conferir tudo sobre criptomoedas: onde vivem, o que comem, como nascem e se reproduzem — ou melhor, como funcionam, quais são as principais, as vantagens e desvantagens, como e onde comprar e vender.

Afinal, o que são criptomoedas e como elas surgiram?

Agora explicando de maneira completa o que são criptomoedas, tratam-se de moedas virtuais protegidas por criptografia, que têm valor monetário, assim como o atribuído ao dinheiro em espécie.

Por só existirem e serem movimentadas no mundo digital, as criptomoedas precisam de uma camada sólida de segurança. Por conta disso, a criptografia é a tecnologia utilizada: ela embaralha e esconde os dados e informações referentes a esses ativos.

Dessa forma, há a garantia que somente a pessoa que tem a chave para desembaralhar essa cifragem terá acesso às moedas virtuais. Também por isso o nome criptomoeda: 

  • cripto: derivação de criptografia;
  • moeda: por ter valor financeiro.

O que são criptomoedas ficou claro, certo? Mas de onde elas surgiram? Bem, assim como tudo neste mundo evoluiu — por exemplo, as cartas escritas à mão viraram e-mail —,os ativos digitais surgiram como uma proposta de evolução do dinheiro físico.

Mais precisamente, as moedas digitais nasceram da discussão de um movimento denominado Cypherpunks, que tinha como preocupação principal garantir a privacidade das pessoas, especialmente no que diz respeito ao uso dos meios eletrônicos.

Assim, na década de 1990, no meio desse debate, nasceu a possibilidade da criação de uma moeda virtual protegida por criptografia. O conceito, no entanto, foi utilizado apenas em 2009, por Satoshi Nakamoto (que ninguém nunca viu, nem sabe quem é) para a criação do Bitcoin, dando origem à primeira criptomoeda do mundo.

Quais as principais características das criptomoedas?

Outro ponto bem importante que você precisa saber sobre o que são criptomoedas se refere às suas características. Entre as principais, estão:

  • tratam-se de ativos digitais internacionais, ou seja, podem ser transacionados em qualquer parte do mundo que permita o uso desse tipo de moeda;
  • são 100% digitais, desde a sua criação, compra, armazenamento e venda;
  • são ativos descentralizados, isso quer dizer que independem de bancos e/ou governos para serem expedidos e comercializados.

Quanto a esse último ponto, é bem importante que você saiba que as criptomoedas são legais no Brasil. No entanto, elas ainda não contam com uma regulamentação própria.

De acordo com uma publicação no portal de economia, do IG, o Banco Central está prevendo a regulação das criptos. 

Segundo a previsão, a ideia é que esses ativos sejam incluídos primeiro na categoria investimento pelo órgão regulador e, posteriormente, transformados em meios de pagamento. No entanto, ainda não há data estabelecida para a concretização desse projeto.

Como funcionam as criptos?

Como dissemos, as criptos funcionam em ambiente digital, isso possibilita que suas operações sejam realizadas sem barreiras geográficas. Na prática, quer dizer que é possível negociá-las com pessoas de diferentes países.

Tudo o que é feito no mundo das moedas virtuais é registrado em um sistema chamado blockchain, que é uma espécie de livro-razão eletrônico público.

Como o próprio nome sugere, os blockchains são blocos conectados uns aos outros, nos quais as movimentações com cripto são obrigatoriamente registradas. 

É como se fosse um grande banco de dados que permite rastrear os ativos, mas que também mantém cada cripto protegida por criptografia para garantir a segurança do processo. Assim, por mais que seja aberto, seus dados e transações estão protegidos.

Quais são as principais criptos do mercado?

Mas já que, agora, você sabe o que são criptomoedas, suas características e como funcionam, é essencial saber também que não é só do Bitcoin que vive esse mundo.

Sim! Essa é a cripto mais famosa, a “primeirona” da fila, porém, outras surgiram depois dela e podem ser tão interessantes quanto.

Na lista das que merecem a sua atenção estão:

Quais as maiores vantagens e desvantagens das moedas digitais?

Uma das vantagens de entrar no mundo das criptomoedas está no fato de ser um mercado bastante promissor.

Por exemplo, uma matéria do site Future of Money, do Exame.com, divulgou que a Mastercard, empresa do setor de pagamentos, vai permitir transações com criptos em suas soluções.

Dessa forma, todos os parceiros da sua rede (bancos e lojistas) poderão oferecer serviços relacionados aos ativos digitais.

Além dessa característica promissora, outros benefícios que podem ser atribuídos às moedas virtuais são:

  • liberdade para realizar transações entre diferentes países;
  • taxas que tendem a ser mais baixas que as praticadas por outros meios de pagamento;
  • segurança, decorrente da criptografia;
  • transparências nas operações, graças ao sistema blockchain.

Mas como tudo na vida tem dois lados, as criptomoedas também têm seus pontos negativos. Assim, as desvantagens dos ativos digitais que mais chamam a atenção são:

  • oscilação constante da valorização;
  • ainda há pouca aceitação como meio de pagamento para compras tidas como comuns e tradicionais.

Como escolher o ativo digital ideal para a sua carteira?

A escolha do melhor ativo digital para você depende muito da sua intenção ao entrar nesse mercado. Por exemplo, há criptos específicas para o mundo dos games, como o AXS, da Axie Infinity.

Para quem curte futebol, tem o Chiliz, e para as pessoas que gostam de criar ambientes virtuais, existe a MANA, que permite comprar terrenos e monetizá-las na plataforma Decentraland.

Em resumo, a melhor forma de escolher a criptomoeda ideal para você é fazendo uma pesquisa sobre cada uma delas, a fim de conhecer as características, variações, formas de uso. Quanto mais você souber, melhor pode entender se esse ativo vai oferecer o que você espera.

Onde comprar e vender criptomoedas?

Até aqui, contamos quase tudo sobre criptomoedas, falta apenas um detalhe: onde você pode comprar e vender esses ativos, certo?

Você pode fazer isso em uma negociação direta com outra pessoa, a chamada transação P2P. 

Entretanto, é preciso considerar os riscos dessa operação, especialmente para quem está começando nesse mercado, tais como transferir o valor acordado e não receber as criptomoedas compradas, ou enviar as criptos e não obter o pagamento por elas.

Em casos como esses não há onde buscar suporte ou receber orientações de como agir para ter o que é seu por direito. 

Por isso, o caminho mais seguro e indicado é procurar uma exchange, que são corretoras de moedas digitais.

Nessas empresas, além da variedade de moedas virtuais que você pode comprar para a sua carteira, muitas fazem a custódia, ou seja, guardam os ativos digitais na própria plataforma, evitando que você precise adquirir uma wallet à parte.

Entre as boas práticas para encontrar uma exchange segura estão: 

  • verificar o tempo que corretora tem no setor;
  • se atua em outros países;
  • quais meios de pagamento aceita;
  • a segurança oferecida nos processos.

Acho interessante esse mundo? Então, nossas dicas finais são:

  • estude bastante,
  • pesquise muito,
  • encontre uma exchange de confiança para as suas transações.

Este artigo foi escrito pela Bitso, exchange internacional de criptomoedas na qual você pode comprar, guardar e vender os seus criptoativos.

Trabalhos lucrativos em casa, mas pouco valorizado

Começar um negócio que trabalhe em casa é difícil, mas possível. Trabalhar por conta própria quando você não tem emprego é uma opção e trabalhar em casa economiza muito.

Mas que tipo de empresa pode crescer e prosperar no ambiente doméstico? Aqui estão algumas ideias de negócios e considerações para quem fica em casa.

Importação de produtos

Fique atento a tendências, identifique uma tendência de mercado em outro país e antecipe-se antes que chegue ao seu. Ou apenas encontre itens novos que você possa gostar e vender. Ambas as opções podem ser uma boa ideia para começar um negócio simples e lucrativo a partir de casa.

Para começar, seria necessário buscar o nicho de mercado e tentar se especializar, pelo menos no início, em um setor, produto ou país. Crie uma loja online, esteja sempre em dia com as tendências para encontrar o produto certo, comprar e vender.

Você também pode pensar em exportar produtos para o exterior, principalmente aqueles que são exclusivos e não podem ser comprados em nenhum outro lugar.

Para encontrar o que deseja comprar, você também pode explorar o grande mercado online chinês que é o Mercado Livre.

Acima de tudo, procure encontrar produtos que possam ter ponto de venda e novidades de outros países que ainda não chegaram aqui.

Aulas particulares online

Dar aulas particulares é uma das maneiras mais bem sucedidas de começar a ganhar dinheiro online devido à flexibilidade que oferece e à facilidade com que você pode começar, já que você pode dar aulas de qualquer lugar do mundo, qualquer que seja sua habilidade e sem a necessidade de um diploma.

Embora seja verdade que o diploma o ajudará a estabelecer uma taxa melhor e a se destacar da concorrência, não é necessário começar.

A variedade de coisas que você pode ensinar é infinita, seja artesanato, usando um programa específico, uma faculdade ou matéria do ensino médio que os alunos precisam reforçar, como matemática, latim, inglês ou qualquer outra habilidade que as pessoas estejam interessadas em aprender. Você só precisa de um computador, uma conexão com a internet e um programa como o Zoom ou Meet para fazer as aulas ao vivo.

A forma de atrair clientes pode ser feita de forma tradicional, na boca a boca, divulgando-o nos meios de comunicação locais ou nacionais.

Creche em casa

Estabelecer uma creche em casa é um negócio potencialmente lucrativo e duradouro. Os pais geralmente preferem um ambiente doméstico, em vez de uma creche. Se você gosta de crianças pequenas, isso pode ser um bom negócio.

Todos sabemos que os primeiros anos de um bebé na creche são complicados, porque tende a ficar doente mais tempo em casa do que na “creche”. Se você administrar bem, os pais podem preferir que você cuide deles do que que eles vão para a creche. A boca a boca também é essencial aqui.

Claro, este é um negócio altamente regulamentado e você deve certificar-se de que cumpre todas as regras relativas ao fornecimento de refeições, os requisitos mínimos de espaço por criança e o número de trabalhadores por criança de que necessita. Descubra por que não é impossível se você não quiser ter muitos filhos.

Pais ou mães que vêm para o trabalho mais cedo podem estar interessados ​​em que eles fiquem com você até a creche abrir.

Anuncie nas escolas ou nos postos de saúde ou consultas do pediatra da região.

Fotógrafo

Se gosta de fotografia e gostaria de se dedicar a ela, esta ideia é para si. Começar um negócio em casa não significa necessariamente trabalhar lá. Graças a isso, você pode criar seu próprio site e cobrir os eventos ou comemorações em que foi contratado.

Para começar, você pode começar fotografando alguns momentos com seus amigos ou familiares para poder criar e desenvolver seu próprio portfólio. Ou seja, seu catálogo de imagens online. Mostre todas as suas habilidades e monte seu próprio estúdio em casa.

Pastelaria em casa

Em linha com uma das ideias anteriores de começar um negócio em casa, o Instagram se tornou uma ferramenta muito valiosa para o nascimento de padarias em casa. Então, se você gosta de cozinhar, mas não sabe por onde começar a se dedicar a isso, faça-o criando uma conta empresarial no Instagram e postando todas as suas criações.

Aos poucos e com o mínimo de conhecimentos em gestão de mídias sociais e marketing digital, você se dará a conhecer e atingirá seu público-alvo em pouco tempo.

Tapeçaria

Começar um negócio de tapeçaria é um bom passo na direção certa e uma boa oportunidade para começar seu próprio negócio se você for criativo e estiver interessado em se tornar um empresário.

Se você não é do tipo que presta atenção aos detalhes, talvez não queira começar um negócio de tapeçaria. No entanto, se você é o tipo de pessoa detalhista que prestar atenção aos detalhes, este é um ótimo negócio para você.

O primeiro passo para iniciar o negócio é se tornar um aprendiz de tapeçaria em americana, se você não tiver as habilidades técnicas e manuais para administrar o negócio. Além disso, o fato de já possuir as competências necessárias para este negócio não o impede de aprender mais.

Chaveiro

Existem vários tipos de máquinas de trabalho de chaves no mercado que você pode adquirir para começar seu negócio de chaveiro.

Depois de começar o planejamento do negócio, é importante obter todas as ferramentas de que você precisa para fazer o trabalho, mesmo antes de fazer o primeiro trabalho. Isso o ajudará a evitar correr quando finalmente conseguir sua primeira tarefa como chaveiro em americana.

Agora, o importante é saber que a maioria das pessoas que trabalham na área de chaveiro, não querem falar muito sobre o negócio de chaveiro que elas já atuam. Isso se deve ao medo de perder seus clientes por sua causa.

Assim, isto significa que deve procurar estabelecer contato com chaveiro que se encontrem um pouco longe de onde se encontra o seu ponto de venda.

Bem essas foram algumas ideias de negócios que são verdadeiramente lucrativos, que porém não meio ignorado pelas pessoas com desejos de empreender.

Cirurgia plástica ajuda a retornar à condição corporal anterior

Após o parto, o recomendável é esperar, aproximadamente, oito meses para fazer cirurgia plástica

Após a gestação, recuperar a forma anterior do corpo é o desejo de muitas mulheres, e ainda que algumas consigam manter uma dieta regrada combinada com exercícios físicos, alguns objetivos só são possíveis por meio de cirurgia plástica, tanto que há um conjunto de procedimentos chamado de mommy makeover (ou reforma da mamãe), que são focados nas mamas como a mastopexia e na região abdominal como lipoaspiração e abdominoplastia.

Saiba mais sobre preços de cirurgia plástica em 2021

Sentir-se bem consigo e confortável são algumas das principais causas para fazer algum desses procedimentos que são capazes de ajudar a resgatar a autoestima após as mudanças na gestação. Esse é o caso da Fabiana Santos, professora da educação infantil e mãe de 4 filhos, que depois das gestações, sentiu vontade de fazer abdominoplastia, – o procedimento cirúrgico é indicado para a retirada de gordura localizada e excesso de pele.

“Depois da gravidez, o corpo mudou bastante. Eu entrava na academia, fazia várias coisas, mas não saía do efeito sanfona, então meu corpo não ficava como eu queria e eu ficava triste e com vergonha”, conta Fabiana sobre como se sentia antes de ter a oportunidade de fazer o procedimento.

“Hoje todo mundo consegue fazer, as portas estão abertas para quem não tem condição de arcar com os custos de uma vez, é só se programar direito”, comenta a professora.

Apesar de ser permitida a cirurgia plástica pós-gestação, o recomendável é que após o nascimento do bebê, a mulher espere, no mínimo, oito meses para se submeter à alguma cirurgia, até porque é importante frisar que a cirurgia plástica não é sinônimo de emagrecimento rápido, principalmente os procedimentos na região do abdômen como a lipoaspiração (para retirar o excesso de gordura) e abdominoplastia para reduzir a flacidez.

Fonte: Centro Nacional – Cirurgia Plástica

Por que vale a pena usar o ponto eletrônico online na sua empresa?

Acabou a era do livro de ponto! O ponto eletrônico online é uma forma simplificada de marcação da jornada de trabalho dos funcionários. Isso porque um sistema eficiente permite que gestores e o time de RH otimizem a gestão de ponto da equipe o mais rápido possível.

A automatização viabiliza melhores estratégias para selecionar os horários de entrada e saída dos empregados, como também a medição de horas extras, intervalo, adicional noturno e banco de horas, entre outros.

Ficou curioso e com a intenção de implementar um controle de ponto online no seu negócio? Saiba que você está no lugar certo! Acompanhe o nosso artigo e tire todas as suas dúvidas. Vamos lá?

Como funciona o sistema de ponto eletrônico online?

Hoje a tecnologia permite o controle de ponto online de duas maneiras: por meio de software de gestão e por planilhas de Excel, este último, um recurso ultrapassado com grandes probabilidades de erros e inconsistências.

Por sua vez, o sistema de ponto eletrônico online, como o da GeoVictoria, empresa especialista no ramo, possibilita que os gestores tenham acesso facilitado dos dados dos funcionários através de smartphone ou de um tablet, por exemplo.

O mesmo procedimento pode ser feito pelos colaboradores para realizar a marcação de ponto. Durante o home office, é possível registrar a entrada mediante aplicativo disponível pela empresa responsável, como a GeoVictoria.

Portanto, um sistema integrado de qualquer lugar, e sem a permanência fixa no ambiente de trabalho, é o suficiente para a adesão do seu negócio.

Qual o melhor ponto eletrônico online?

Existem vários modelos de ponto eletrônico, portanto, tenha em mente que o melhor é aquele que vai atender as dores da sua empresa. Para clarear sua mente, conheça os três tipos e suas características: 

Ponto biométrico

Considerada uma das opções mais confiáveis, a biometria capta as informações do colaborador através da impressão digital. Neste caso, o empregado pressiona o dedo no aparelho e confirma a sua identificação. Por essa razão, essa é uma das estruturas mais seguras entre os sistemas de controle de ponto.

Vale ressaltar que a biometria também pode ser realizada por reconhecimento facial ou pela voz do indivíduo.

Ponto com cartão

Mais antigo do que a biometria, o cartão de acesso é o próprio crachá do funcionário que libera a entrada da empresa e dos setores por meio das catracas ou portas. 

O método é ágil na contagem das horas e na marcação de ponto. Por outro lado, esse é um modelo com menor nível de segurança comparado ao ponto biométrico e online.

Ponto online

De longe, o ponto online é o sistema mais seguro, pois pode ser acessado por dispositivos móveis. Isto é, todas as informações ficam armazenadas na nuvem para uso exclusivo dos responsáveis.

Nesse sentido, é possível controlar as horas extras, faltas, banco de horas e outros meios por um único sistema.

A GeoVictoria trabalha da seguinte forma: os funcionários são orientados a baixar um aplicativo em seus dispositivos móveis para realizar a marcação de ponto, como também habilitar a geolocalização para o controle dos gestores sobre o lugar onde foi registrado o ponto.

Vale ressaltar que a função offline também está presente, permitindo que as atividades sejam efetuadas enquanto houver problemas na conexão com a internet.

Por que trocar o registro de ponto manual pelo online?

Supomos que a sua empresa tenha mais de 100 funcionários, já imaginou fazer o cálculo da jornada de trabalho um por um de forma manual? Além da demora, aumenta-se gradativamente os riscos com os dados.

Percebeu a diferença de um sistema manual para o online? Então acompanhe agora os benefícios que virão com uma ferramenta automatizada:

Otimização de tempo

O ponto eletrônico online permite análise de folgas, solicitação das férias, justificativa das faltas e compensação de atrasos como alguns dos benefícios. 

Em outras palavras, todas essas funções são realizadas em um único lugar e de forma rápida, com acesso apenas do colaborador e do responsável.

Maior segurança

As informações do ponto eletrônico não podem ser alteradas, garantindo a preservação das informações, o que reduz a possibilidade de ações judiciais por conta da jornada de trabalho.

Redução de custos

Que ferramenta será necessária para a marcação e gestão de ponto online? Apenas um aplicativo integrado ao dispositivo móvel. Outra vantagem é que em caso de esquecimento da marcação de ponto, o empregado pode entrar em contato via web ou chat com o RH para providenciar as remarcações atrasadas.

Acompanhamento em tempo real

A jornada de trabalho pode ser acompanhada em tempo real, proporcionando maior flexibilidade para que os gestores e o RH se dediquem às tarefas estratégicas para o crescimento da empresa.

Por que a minha empresa deve ter um sistema de ponto eletrônico online?

Em primeiro lugar, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) exige o monitoramento da jornada de trabalho dos colaboradores de uma organização, caso possuam mais de 20 empregados, independentemente do tipo de sistema utilizado.

Por esse motivo, já podemos perceber que o controle de ponto eletrônico online pode ser uma ótima opção. Além disso, uma planilha virtual automatiza os cálculos, facilitando o fechamento da folha de ponto. A propósito, a GeoVictoria oferece um modelo acessível para que empresas de pequeno a grande porte possam utilizar com a maior tranquilidade.

Nesse quesito, é importante salientar que, embora seja fácil a instalação do software nos dispositivos móveis, a GeoVictoria dispõe um suporte para ajudá-lo no passo a passo, como a possibilidade de tirar as dúvidas com a equipe a qualquer momento.

Não deixe de escolher um sistema adequado. Ele vai ser útil para aumentar a produtividade da sua equipe, diminuir o índice de absenteísmo e de atrasos, além de deixar sua companhia bem-vista no mercado.

Este post foi escrito especialmente para o blog Ponto e Contra Ponto e é uma iniciativa da GeoVictoria de apresentar os benefícios que a gestão de ponto digital pode trazer para a sua empresa.

Assiduidade e pontualidade: dicas para fortalecer em você e na sua equipe

Assiduidade e pontualidade é um assunto controverso no meio corporativo, pois envolve uma série de ações em relação à produtividade e até mesmo na harmonia no ambiente de trabalho.

De fato, a falta de ambos interfere no andamento das tarefas. E o que parece proposital, em muitos casos está associado a fatores psicológicos e emocionais.

Um estudo realizado na San Francisco State University descobriu que cerca de 20% dos norte-americanos se atrasam, no entanto, a razão não se deve à falta de valorização do tempo, e sim, às características de personalidade, como ansiedade ou tendência para a busca de emoções.

No caso, as pessoas são atraídas por uma descarga de adrenalina que induz a chegada ao trabalho na última hora. 

Mas uma coisa é certa: independentemente dos motivos, nenhum empresário gosta de lidar com este tipo de cenário.

Para que você identifique com clareza as atitudes da sua equipe, neste artigo vamos explicar o que é assiduidade e pontualidade, os prejuízos recorrentes e como mudar alguns hábitos. Continue com a gente!

Qual a diferença entre assiduidade e pontualidade?

Apesar dos termos parecidos, existe uma grande diferença entre assiduidade e pontualidade. Assiduidade significa a presença de alguém nos compromissos estabelecidos, enquanto a pontualidade se refere ao fato de que essa pessoa chegue no horário marcado ou entregue uma tarefa no prazo determinado.

Embora andem juntas, uma pessoa pode ser assídua e não ser pontual. Exemplificando, um funcionário pode comparecer sempre nas reuniões e normalmente se atrasar ou demorar para entregar alguma tarefa.

A vice-versa também ocorre com frequência. Neste caso, por exemplo, um empregado chega no horário e finaliza o seu trabalho no horário correto, às vezes até passa do tempo, mas sua permanência nem sempre é frequente na empresa, gerando dúvida entre os colegas se “ele vem ou não” trabalhar.

Vale frisar que a falta de empenho de uma ou das duas funções compromete a imagem do profissional, interferindo no clima organizacional, como na produtividade de todo um sistema.

Abaixo, listamos os principais prejuízos acarretados pela falta de assiduidade e pontualidade:

  • Perda de eficiência do profissional;
  • Imagem prejudica, o que pode ser passível de demissão;
  • Redução de produtividade;
  • Acúmulo de atividades;
  • Desarmonia entre ele e os colegas;
  • Desconto na folha de pagamento pelas horas não trabalhadas;
  • Multas;
  • Prejuízo à saúde financeira da companhia.

Percebeu a importância da assiduidade e pontualidade dentro de um funcionário para a empresa? Vamos mais a fundo agora analisando os seus benefícios.

Quais são as vantagens da assiduidade e pontualidade no trabalho?

Tenha em mente que não é a organização que deve “criar” um profissional assíduo e pontual, pelo contrário, é o empregado quem deve se planejar, se comprometer e ter respeito ao trabalho.

Esses atributos, quando realizados de forma correta, elevam a qualidade do profissional. 

Veja então quais são as vantagens da assiduidade e pontualidade no trabalho:

Fortalece a imagem do funcionário e da empresa

Lembre-se que somos feitos da nossa imagem, o que pode contar negativamente perante os colegas e os gestores.

Um faltante dificilmente será reconhecido como competente e alcançará um aumento ou um novo cargo.

Além disso, a própria empresa será mal vista perante os clientes por conta dos funcionários atrasados em reuniões ou compromissos.

Vale ressaltar que os gestores, a equipe financeira e administrativa também devem seguir as mesmas responsabilidades, pois são o espelho dos colaboradores.

Melhora o desempenho nas reuniões

Chegar atrasado em um encontro profissional não só aparenta desleixo, como despreparo. 

Digamos que uma pessoa apareça em uma reunião 20 ou 30 minutos depois do início, assim ela está sujeita a perder informações importantes, como também fazer perguntas repetidas ou já respondidas ao longo do processo.

Nesse caso, a pontualidade é um elemento primordial para passar confiança, acarretando no interesse do indivíduo para possíveis questionamentos e alimentando conteúdos interessantes no encontro.

Como controlar a assiduidade do pessoal?

Para fortalecer o controle de assiduidade e pontualidade, o Institute for Emloyment Studies listou quatro dicas práticas para a implementação dos gestores em seus negócios. Confira:

  • Dê ao RH acesso aos dados coletados: o Recursos Humanos da empresa pode ajudar os gestores com incentivo à presença dos colaboradores por meio de ferramentas e estratégias;
  • Associe a frequência do colaborador a incentivos: ofereça um prêmio aos mais pontuais. Embora seja responsabilidade e não um ganho extra, não custa incentivar a assiduidade e pontualidade da equipe com um presente como, um presente ou valor adicional no salário em determinado período;
  • Adote medidas disciplinares e preventivas para promover a pontualidade: estipule, conforme a regulamentação em vigor, os horários acordados com os trabalhadores, tanto para marcar o ponto quanto para seus horários de almoço.

Como melhorar a assiduidade e pontualidade?

Não há dúvida de que a tecnologia chegou para otimizar atividades no setor trabalhista, o que também interfere no controle de assiduidade e pontualidade.

Nesse contexto, um sistema de controle de ponto online é um recurso de fácil integração e de extrema importância. Com ele, os gestores têm acesso exclusivo ao controle de entrada e saída dos colaboradores.

O sistema, por sinal, calcula os atrasos e faltas contínuas de cada indivíduo, proporcionando maior agilidade para alterar dados e criar novas estratégias para fortalecer a produtividade de todos.

A GeoVictoria, por exemplo, é uma empresa especialista no ramo que, por meio do software de gestão de ponto, oferece relatório de alocação com todos os dados da jornada diária do funcionário, um documento essencial para quem trabalho home office, uma vez que o registro de ponto pode ser feito por dispositivos móveis.

Evite a procrastinação da equipe, pense na qualidade e no futuro da sua empresa.

Este post foi escrito especialmente para o blog Ponto e Contra Ponto e é uma iniciativa da GeoVictoria de apresentar os benefícios que a gestão de ponto digital pode trazer para a sua empresa.

Avaliação de desempenho em vendas: o que é e 5 formas de fazer com a sua equipe comercial

Se você deseja construir equipes de alta performance em vendas, é de extrema importância saber avaliar o desempenho dos colaboradores.

É a partir desse tipo de avaliação que o gestor comercial consegue identificar, por exemplo, se há necessidade de realizar treinamentos, recrutar novos talentos, adaptar estratégias, traçar metas mais desafiadoras, implementar novos métodos de vendas etc.

Apesar de necessária, a avaliação de desempenho em vendas ainda é um dos maiores desafios enfrentados por gestores dessa área.

Se esse é o seu caso, convidamos você a prosseguir com a leitura deste conteúdo para conferir nas próximas linhas o que é, qual a importância e como fazer avaliação de desempenho dos seus vendedores a partir de 5 metodologias:

  1. Avaliação por resultados objetivos;
  2. Avaliação por competências;
  3. Avaliação por nível de produtividade;
  4. Avaliação 360 graus;
  5. Autoavaliação.

 

O que é avaliação de desempenho em vendas?

A avaliação de desempenho em vendas é uma ferramenta utilizada para acompanhar o progresso dos vendedores na execução de suas tarefas e no cumprimento das metas estabelecidas.

Trata-se de um instrumento de gestão que permite avaliar a performance individual e coletiva do time na condução do processo comercial, desde a etapa de prospecção de novos negócios até o pós-vendas.

Com ajuda dessa ferramenta o gestor pode perceber quem já domina suas capacidades e pode evoluir na carreira e quem necessita de mais orientação e treinamento.

Por que é importante fazer avaliação de desempenho em vendas?

A avaliação de desempenho em vendas é uma prática indispensável porque possibilita identificar limitações do time comercial que precisam ser mais bem trabalhadas para potencializar os resultados individuais e coletivos.

Ao avaliar a performance dos vendedores, o gestor consegue ser mais assertivo ao propor mudanças e soluções que visam impactar positivamente a equipe.

Além disso, a avaliação de desempenho também é importante para melhorar o engajamento e a motivação dos vendedores. Sabendo os seus pontos fortes e o que precisa ser melhorado, eles se sentem mais dispostos a darem o melhor de si.

Antes de começar a leitura, assista este vídeo com um resumo de diversas maneiras de avaliar seus colaboradores:

https://www.youtube.com/watch?v=d5K9rARucCc&t 

5 métodos de avaliação de desempenho em vendas para usar na sua equipe

Para você avaliar o desempenho da sua equipe de vendas, existem diferentes métodos. Separamos aqui 5 alternativas de como fazer esse tipo de avaliação e promover as melhorias necessárias.

1 – Avaliação por resultados objetivos

Esse método de avaliação de desempenho foca nos resultados obtidos pelos vendedores. Ou seja, eles conseguiram alcançar as metas estabelecidas? 

A intenção é avaliar objetivamente a performance de cada vendedor e da equipe como um todo, sempre se baseando em dados e indicadores de desempenho, como:

  • Ticket Médio;
  • Taxa de Conversão;
  • Tempo Médio para Conversão;
  • Receita Recorrente Mensal (MRR).

Uma questão a ser discutida nesse tipo de avaliação é que ela só mede a performance dos vendedores depois que a vendas foram consumadas, impedindo que se façam correções antes que um resultado ruim ocorra.

2 – Avaliação por competências

A avaliação por competências é um método mais focado em avaliar os conhecimentos, as habilidades e o comportamento dos vendedores.

Essa é uma forma de ir além do desempenho no que se refere ao cumprimento das metas.

Para avaliar o time de vendas usando essa metodologia, você pode considerar as seguintes competências:

  • Proatividade;
  • Trabalho em equipe;
  • Empatia com colegas e clientes;
  • Execução das estratégias de vendas;
  • Conhecimento sobre suas funções.

Lembre-se que este tipo de avaliação exige mais trabalho, fazer diversas entrevistas, distribuir questionários e até promover dinâmicas de grupo.

3 – Avaliação por nível de produtividade 

Você também tem a opção de direcionar a sua avaliação de desempenho para o aspecto da produtividade dos vendedores. Ou seja, o foco deve estar no volume de tarefas que eles são capazes de fazer.

Você avaliar, por exemplo:

  • Quantos follow-ups são feitos diariamente?
  • Quantas visitas são feitas por mês?
  • Quantas propostas comerciais são enviadas por semana?

Neste caso, mesmo avaliando números, eles indicam uma tendência. Assim, se um vendedor faz poucos follow-ups ou poucas vistas, isso pode indicar que ele vai vender menos. Dessa forma, é possível fazer correções antes que resultados ruins ocorram.

4 – Avaliação 360 graus

Na avaliação 360 graus, todos aqueles que fazem parte da rotina do profissional avaliado são convidados a responder um questionário para avaliar determinadas competências do vendedor.

Líderes diretos, subordinados, colegas de equipe, clientes e até fornecedores podem participar da avaliação 360.

Esta é uma das melhores formas de avaliar seus vendedores.

Veja mais detalhes sobre esta forma de medir a performance de colaboradores neste vídeo:

https://www.youtube.com/c/Siteware/search?query=avaliacao 

5 – Autoavaliação

Por fim, na autoavaliação é o próprio colaborador que avalia a sua performance em vendas.

Ele precisa ser bastante honesto ao responder o questionário de avaliação. As respostas serão posteriormente discutidas com o líder direto para que, juntos, eles possam definir os pontos que precisam ser melhorados.

Bom, agora que você já sabe quais são os principais métodos de avaliação de desempenho em vendas, escolha as abordagens mais adequadas para sua equipe e maximize os seus resultados comerciais.

Temos mais um vídeo para você ficar ainda mais por dentro da avaliaçnao de performance nas empresas, dê uma olhada:

https://www.youtube.com/watch?v=edMu53IETjI&t 

Este post foi escrito pela equipe da Siteware, uma empresa que une pessoas, operação e estratégia em um único software de gestão empresarial, para que as empresas melhorem seus resultados, sua comunicação e sua governança.

O que dizer quando o cliente reclama do preço?

Todo vendedor — incluindo aquele que domina todas as dicas de negociação em vendas — sente um arrepio na espinha ao ouvir “Está caro!” após a apresentação de um produto. Mas afinal, o que dizer quando o cliente reclama do preço? Não perder a cabeça e manter a calma são imperativos.

Porém, além dessas duas ações essenciais, você pode contar com alguns truques na manga para encontrar as melhores respostas. Quer conhecer cada um deles? 

Continue lendo este artigo!  

O que dizer quando o cliente reclama do preço? 7 possibilidades

O domínio da arte da negociação vai muito além do script comercial. É preciso captar detalhes sobre o perfil do cliente, entender o que ele quer comunicar com a objeção e, só a partir daí, elaborar uma resposta. 

Para te ajudar a identificar algumas das possibilidades e saber o que dizer quando o cliente reclama do preço, separamos 7 caminhos que ajudam a contornar esses obstáculos e reforçar seus argumentos de vendas.

  1. Caro em relação a que?

Trazer à tona a ideia de comparação pode ser interessante quando o cliente reclama do preço. A indagação, que parece simples, pode levar o potencial comprador à reflexão, fazendo-o relativizar os benefícios do produto em comparação a seu preço.

Além disso, a pergunta também pode ajudá-lo a colocar serviços semelhantes em perspectiva, dando ao vendedor a deixa necessária para retomar os aspectos diferenciais que agregam valor àquilo que é oferecido.  

  1. Quais eram as suas expectativas em relação a este preço? 

Fazer um alinhamento de expectativas é outra forma de convidar o cliente à reflexão. Ele realmente pensou sobre isto antes? 

Caso a resposta seja afirmativa e o consumidor realmente acredite que este produto, com estas características e funcionalidades, não vale o preço cobrado, cabe ao vendedor ponderar se vale a pena insistir ou se é melhor oferecer novos itens (com preços menores) ao cliente. 

  1. Me explique um pouco mais sobre essa sua opinião?

Quando solicita ao cliente que seja mais específico na resposta, o vendedor faz uma provocação, estimulando o cliente a tentar destrinchar sua opinião que, em alguns casos, não está fundamentada em argumentos claros. 

Neste caso, a possibilidade é que o cliente não saiba como explicar, ou que, caso explique, abra um precedente para que o vendedor destaque os pontos que valorizam o que é ofertado, justificando o preço cobrado. 

  1. Permita-me te explicar a composição do nosso preço

Este é o momento em que o vendedor contextualiza seu potencial cliente sobre a complexidade da cadeia produtiva atrelada àquele produto. 

Se houver, por exemplo, uma matéria-prima originária da agricultura familiar, ou mesmo de um processo produtivo específico e detalhado isso deve ser exposto como um grande diferencial daquilo que é ofertado.

  1. Realmente, nosso preço não é o mais baixo do mercado. Vou te explicar o por quê. 

Aproveite este momento para criar valor para o cliente. Mostre a diferença entre comprar um produto e comprar uma solução e evidencie o seu negócio como um “solucionador de problemas”. 

Use este momento para fortalecer suas vantagens competitivas e para mostrar, sem precisar depreciar a concorrência, que a sua oferta está repleta de valor agregado. 

  1. Pense comigo: ao comprar nosso produto, você também está levando…

O que dizer quando o cliente reclama do preço? Reforce as suas qualidades! 

Mostre a ele que, além de obter um produto competitivo, ele também está pagando por um atendimento exemplar (que começa, é claro, com a sua abordagem), um suporte disponível e atento às necessidades do cliente, uma equipe focada na melhoria dos processos e produtos, um time de pós-venda que conhece suas demandas e fará de tudo para garantir uma experiência completa e agradável. 

  1. Não se preocupe! Temos outros produtos para te oferecer. 

Se você perceber que o preço é, de fato, um impeditivo para a conclusão da compra, mude o disco! Parta para a apresentação de outros itens do catálogo de produtos, mais simples e, consequentemente, mais baratos. 

Mas não desanime! Mantenha a postura e o bom humor durante toda a apresentação, e mostre que até mesmo sua linha mais simples é capaz de solucionar as demandas dos consumidores. 

A tendência é de que, após visualizar diferentes opções, o potencial cliente opte por uma delas, ainda que não seja a mais cara, e que você feche a venda, ainda que não com a comissão máxima. 

Seu cliente reclamou do preço? Antes de responder, faça isto! 

Saber o que dizer quando o cliente reclama do preço é difícil, especialmente quando nos deixamos levar pela irritação da barganha. 

Antes de responder a esta, que é uma das mais clássicas objeções de vendas, respire fundo. Pense que, em muitos casos, esta é uma resposta automática, e que cabe a você, vendedor, “recapitular” as vantagens que seu produto ou serviço oferece para reforçar o valor da venda. 

Além de manter seu foco, recomendamos que você busque em sua memória informações que permitam uma resposta personalizada e alinhada àquilo que o consumidor deseja, Atenção? Reforço da credibilidade da marca? Apresentação de provas sociais? Tudo isso pode ajudar a reverter a clássica objeção do “está caro” e a entender o que dizer quando o cliente reclama do preço. 

Este artigo foi escrito por Júlio Paulillo, Co-founder e CRO do Agendor, uma plataforma de CRM que atua como um assistente pessoal para equipes de vendas, dando visibilidade e controle na gestão desde o primeiro dia de uso.

Poder de barganha: como negociar com clientes?

Por mais que você, vendedor ou gestor de equipes comerciais, conheça técnicas de vendas avançadas e domine como ninguém as características do seu produto ou serviço, é inevitável se deparar com o poder de barganha dos clientes ao longo de sua jornada de compra. 

Esta é, aliás, uma das 5 forças de Porter — teoria desenvolvida pelo grande pesquisador e especialista Michael Porter para classificar e avaliar as vantagens competitivas de um negócio —, e diz muito sobre como as empresas garantem sua sustentabilidade no mercado. 

Continue a leitura para entender como o poder de barganha dos clientes influencia na competitividade do seu produto e como driblar essas situações dominando a arte da negociação

Poder de barganha e as outras forças de Porter: entenda o contexto

A ideia das 5 Forças de Porter, teoria que abriga o poder de barganha dos clientes, é a base sobre a qual os negócios devem operar para entender seu setor, identificar tendências e desafios e desenvolver caminhos para desenvolver potencialidades e ganhar destaque entre os concorrentes. 

De acordo com o artigo How Competitive Forces Shape Strategy (ou “Como Forças Estratégicas moldam a estratégia”), publicado pelo autor na Harvard Business Review, “existem forças competitivas que vão muito além dos combatentes estabelecidos em uma indústria específica. Clientes, fornecedores, potenciais participantes e produtos substitutos são todos concorrentes que podem ser mais ou menos proeminentes ou ativos, dependendo do setor”.

Desta forma, as forças de Porter se definem como:

SUGESTÃO DE IMAGEM: https://hbr.org/resources/images/article_assets/hbr/7903/79208_A.gif 

    1. Disputa de posição entre os concorrentes: é conhecida como a “força central” (razão pela qual ocupa o miolo da figura acima), ou o principal elemento impulsionador do desenvolvimento de negócios. De acordo com Porter, 
  • Ameaça de entrada: o surgimento de novos players no mercado deve ser avaliado e acompanhado de perto pelas empresas e seus times comerciais. Novos entrantes podem significar pulverização dos clientes, necessidade de redução dos preços ou até a saída de cena de antigos players. 
  • Poder de barganha dos fornecedores: esta força de Porter diz respeito à medida em que as empresas ficam “na mão” daqueles que fornecem matérias-primas e mercadorias. Os fornecedores têm o poder de aumentar os preços, reduzir a qualidade do material oferecido, limitar lotes e segurar entregas, impactando diretamente na performance de vendas do setor.  
  • Ameaça de produtos ou serviços substitutos: a concorrência indireta também deve ser compreendida como um fator de forte impacto na competitividade de um negócio. Afinal, qualquer produto ou serviço que potencialmente substitua o seu é um competidor, ainda que não seja uma variação óbvia. 
  • Poder de barganha dos clientes: clientes com um elevado poder de barganha tendem a pressionar os vendedores para que reduzam os preços ou modifiquem aspectos em seus produtos, desde a qualidade da matéria-prima utilizada até processos relacionados à cadeia de valor. 

A barganha dos clientes acirra a competitividade entre concorrentes, e pode ditar rumos na estratégia de vendas adotada. 

Recentemente, por exemplo, os clientes têm impulsionado de maneira insistente as empresas para adotarem posturas alinhadas a fatores sustentáveis, ambientais e de impacto social. Não à toa, pesquisas mostram que quase 90% dos consumidores brasileiros preferem produtos com estas características. 

Essa pressão faz com que os negócios se reposicionem e revejam sua cadeia de produção para atender às demandas (barganhas) dos consumidores e, assim, se manterem competitivos. 

Como driblar o poder de barganha dos clientes? 9 dicas de negociação infalíveis

Viu só como o poder de barganha dos clientes vai muito além da demanda por descontos? Para driblar esta característica do consumidor, o vendedor deve estar preparado para acolher a demanda do cliente, negociar e convencer o potencial comprador de que o investimento vale a pena — sem necessariamente precisar ceder àquilo que lhe é demandado. 

A seguir, separamos 9 dicas de negociação para ajudar a driblar o poder de barganha dos clientes e vender mesmo diante de objeções

  1. Conheça o cliente

Nossa primeira dica para driblar o poder de barganha dos clientes é: saiba com quem você está falando. Agrupe seus clientes por segmentos e afinidades e entenda as características do grupo como um todo. O que buscam em seus fornecedores? O que os aborrece? 

Entendendo as demandas inegociáveis de cada cliente, fica mais fácil identificar se aquele pedido é apenas uma sondagem (o que chamamos popularmente de “jogar verde para colher maduro”) ou se representa uma condição para o fechamento da compra. 

  1. Ouça atentamente as demandas do consumidor

Em segundo lugar, indicamos fortemente que você, vendedor, trabalhe sua escuta ativa no momento da barganha. Pode ser verdadeiramente incômodo presenciar uma situação como esta. Mas com atenção e empatia, é possível identificar, entre as solicitações de descontos e melhorias no produto, argumentos que podem ser contornados e até mesmo desfeitos com a apresentação de contrapontos relevantes. 

Por isso, antes de rebater, ouça! 

  1. Tenha uma carteira de clientes diversificada e numerosa

Não dependa inteiramente de dois ou três clientes para sustentar as suas metas. Ter uma carteira diversificada traz segurança para a negociação, e ajuda o time comercial a provar seu valor para o cliente. 

  1. Tenha um posicionamento claro no mercado

Sua empresa diz claramente quem é, o que faz e quais os pilares de sustentação do negócio? Caso a resposta seja não, é hora de fazer esse exercício. Organizações bem posicionadas no mercado enfrentam com menos dificuldade o poder de barganha do cliente. Isso porque estão consolidadas entre seu mercado consumidor.

Pense, por exemplo, em grandes marcas, como a Coca-Cola. Seus anos de solidez no mercado junto de um forte posicionamento de liderança fazem com que ela seja menos suscetível às nuances da barganha. 

  1. Encontre pontos de conexão entre você e o cliente: torne sua venda maior que a venda

E se você pudesse reverter a barganha dos clientes utilizando o poder da confiança? Isto é possível com a criação de laços conectores entre você, vendedor, e seu comprador. 

Para que seja possível levar “a venda para além da venda”, busque características, gostos ou atitudes comuns entre você e o cliente. Torne o approach pessoal e deixe o script de vendas de lado para dar lugar a uma conversa próxima. Ao sentir confiança e sintonia, o cliente tende a ser mais empático e a valorizar a sua jornada enquanto profissional, reduzindo as barganhas. 

  1. Converse de forma sincera

Falar a verdade ao longo do processo de vendas é um grande diferencial. Se, ao receber a barganha, o vendedor tenta dar voltas e criar justificativas incabíveis para a recusa, a tendência é de que o comprador insista até desistir do negócio. 

Se, por outro lado, você conversa com o cliente de forma honesta, explicando a composição do preço, os processos envolvidos no desenvolvimento do produto e as limitações da empresa, ele tem a oportunidade de enxergar a venda de forma humanizada, não se limitando à barganha por si só. 

  1. Encontre o equilíbrio

Usou todas as técnicas acima e, mesmo assim, não conseguiu driblar o poder de barganha dos clientes? Tente encontrar o equilíbrio! Acolha as demandas do consumidor e imponha os limites da empresa, estimulando o encontro de um meio-termo que não desfavoreça a empresa, mas que deixe o potencial comprador satisfeito. 

  1. Lance mão de gatilhos de vendas

Outra alternativa interessante é utilizar gatilhos de venda, como a prova social (que reforça a qualidade e a credibilidade do produto vendido com depoimentos e opiniões de usuários) e a autoridade (que posiciona o seu negócio como um especialista no segmento de atuação). Estas duas estratégias, em particular, ajudam a consolidar a imagem da empresa e a mostrar seus diferenciais diante da concorrência. 

  1. Se a barganha ultrapassar os limites, busque aliados! 

Por fim, aqui está uma dica estratégica para superar o poder de barganha dos clientes, especialmente quando este ultrapassa limites aceitáveis e começa a inviabilizar os negócios: busque aliados na concorrência. 

Não, você não ouviu errado! Em casos extremos, concorrentes de um mesmo segmento podem se unir para contornar a barganha e encontrar um caminho para se sustentarem no mercado. Determinação de preços tabelados e redução do mix ofertado em um determinado período são algumas das estratégias de combate à barganha que podem ser adotadas de forma coletiva por diferentes mercados. 

Encarar o poder de barganha dos clientes durante as vendas pode ser inevitável. Porém, há diversos caminhos para tornar a etapa mais leve e para fortalecer seus argumentos comerciais, garantindo a conversão mesmo diante das objeções. 

Este artigo foi escrito por Júlio Paulillo, Co-founder e CRO do Agendor, uma plataforma de CRM que atua como um assistente pessoal para equipes de vendas, dando visibilidade e controle na gestão desde o primeiro dia de uso.